O Ministério da Saúde do Equador proibiu temporariamente a veiculação de publicidade de remédios antigripais vendidos nas farmácias sem prescrição médica, para evitar a automedicação e o mascaramento dos sintomas do vírus da gripe A, informou hoje a instituição.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também proibiu hoje a veiculação de publicidade de remédios antigripais em todos os meios de comunicação do Brasil, para diminuir seu uso indiscriminado
O Ministério equatoriano afirmou que a medida, vigente desde ontem, foi tomada “em virtude de que uma percentagem considerável dos falecidos” pela gripe A “complicaram seus quadros clínicos por consumo dos remédios vendidos sem prescrição médica”.
Além disso, afirmou que a decisão responde ao fato que os antigripais “mascaram os sintomas gerando uma falsa impressão de melhora, o que leva ao agravamento e à complicação de quadros respiratórios e retarda o acesso aos serviços de saúde”.
Especificou que as medidas são “temporárias” e que fazem parte das estratégias para enfrentar a pandemia e diminuir o risco de morte na população.
O Equador já registrou, até o momento, 20 mortes em decorrência da doença e 700 contagiados.