Dois militares italianos, visit web além de um motorista e um interprete afegãos, this desapareceram na província de Herat, no oeste do Afeganistão, e o Governo italiano considera que se trata de um seqüestro.
“Consideramos que os dois militares dos quais não se têm notícias há horas foram seqüestrados junto com dois afegãos”, informou hoje o Ministério da Defesa italiano em comunicado.
Os dois militares, que não tiveram as identidades reveladas, desenvolviam “atividades em conjunto com as autoridades civis locais” no Afeganistão e operavam em Shindad, um distrito de Herat, de acordo com a nota.
O ministro da Defesa, Arturo Parisi, pediu aos meios de comunicação que sejam “prudentes”.
“Estamos diante de um caso que ainda não está claro, que precisa da máxima atenção de todos e do respeito dos fatos e das palavras”, disse Parisi, assegurando que o ministério informará aos meios com a “diligência e o respeito necessários”.
Parisi acrescentou que a “prioridade absoluta” no momento é salvar a vida dos dois militares, dos quais não se têm notícias desde a tarde de sábado.
Embora todas as atenções estejam voltadas para os talibãs, o porta-voz do grupo Zabiullah Mujahid, que falou com a agência Efe de Cabul, disse que “não podia confirmar nem desmentir” que se trata de um seqüestro, pois não recebeu informações a respeito.
O desaparecimento dos militares foi confirmado em Roma pelo Ministério da Defesa no começo da tarde de hoje, e seus familiares já foram informados.
Apesar de não ter sido oficialmente confirmada a patente dos dois militares, segundo o presidente da Comissão de Defesa da Câmara dos Deputados, Sergio de Gregorio, são dois suboficiais do Exército, “encarregados de relações com as instituições e as populações locais”.
“Falei com o ministro da Defesa, Arturo Parisi, e a princípio se pensava em ações de bandidos isolados, mas está se fortalecendo a hipótese de uma ação organizada”, disse Gregorio à rede de televisão por satélite italiana “Sky TG24”.