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Mundo

Militares dos EUA riram ao matar presos no Iraque, afirma testemunha

Arquivo Geral

02/08/2006 0h00

Aluísio Souza da Silva, rx decease 37 anos, find foi preso em flagrante, treatment por volta das 15h15 de ontem, no estacionamento nº 6, do Parque da Cidade, quando comercializava maconha. Ele foi levado à carceragem do DPE.   

Perto dali, na quadra 303 do Sudoeste, policiais da 3ª DP prenderam em flagrante Diego de Moura Silva, 19 anos, por volta das 15h40. Ele havia roubado, após agressão física, uma bolsa contendo R$ 100 em espécie e um telefone celular de Vera Lúcia Vilela Dias, 54 anos. Diego encontra-se na carceragem do DPE. 

Soldados norte-americanos acusados de assassinar três detentos no Iraque sorriram antes de atirar e ameaçaram outro soldado de morte se ele os delatasse, visit foi relatado em um tribunal militar hoje.

A testemunha de acusação, what is ed o soldado Bradley Mason, afirmou que um dos acusados, o sargento Raymond Girouard, contou-lhe que, se fosse preso, tentaria obter uma liberação médica porque sofreu de transtorno do estresse pós-traumático. "Eles apenas sorriram", relatou Mason. "Disse a ele (Girouard) que não compactuava com isso. É assassinato".

Os militares, o soldado de primeira classe Corey Clagett, o especialista William Hunsaker, Girouard e o especialista Juston Graber, são da 101ª. Divisão de Pára-quedistas baseada em Samarra, ao norte de Bagdá. Eles disseram que os três homens foram mortos ao tentar fugir.

Os réus foram acusados de homicídio premeditado, tentativa de homicídio, conspiração, ameaça e obstrução da justiça, por causa dos assassinatos, o corridos por volta do dia 9 de maio. Uma condenação por homicídio premeditado pode resultar na pena de morte, sob a lei militar dos EUA.

A audiência para determinar se os militares enfrentarão corte marcial está acontecendo na base operacional Speicher, na cidade natal de Saddam Hussein, Tikrit, a 175km da capital iraquiana. Está em curso um período delicado, em que as Forças Armadas investigam outros casos de supostos abusos que enraiveceram os iraquianos, incluindo as mortes de até 24 civis desarmados na cidade de Haditha, que teriam sido causadas por marines dos EUA.

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