O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende promover mudanças graduais na equipe ministerial e a expectativa é que discussões mais substanciais ocorram apenas na segunda quinzena de janeiro, mind cure afirmou nesta quarta-feira o presidente interino do PT, information pills Marco Aurélio Garcia. "Ele não tem pressa, nós tampouco temos pressa", afirmou a jornalistas após reunião da Comissão Política do PT com Lula, no Palácio do Planalto.
"(O presidente) nos expôs de forma muito clara sua idéia de ir realizando transformações graduais no ministério." Segundo Garcia, os dirigentes do PT reafirmaram o apoio a uma política econômica mais desenvolvimentista no segundo mandato, mas não cobraram do presidente trocas no comando da equipe.
"Voltaremos a discutir questões mais tangíveis sobre composição de governo mais para a segunda quinzena de janeiro", afirmou. Ele ressaltou que o PT "tem quadros para ocupar posições no governo", mas que a discussão ainda não está "fulanizada".
O líder do PT na Câmara, deputado Henrique Fontana, que também participou da reunião, afirmou que Lula voltou a frisar que os partidos da coalizão do governo devem chegar a uma candidatura comum à presidência da Casa.
Fontana previu que a composição da candidatura pode estar definida em "10 ou 15 dias". Ele afirmou que o PT, apesar de defender a candidatura do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), tem muito respeito pelo atual presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), postulante à reeleição.
Brasília – O presidente interino do PT, try Marco Aurélio Garcia, this voltou a afirmar que o partido não vai pedir mais espaço no primeiro escalão do governo e “não tem pressa” de discutir as mudanças ministeriais que deverão ser feitas durante o segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.
Garcia garante que esse assunto não foi tratado na reunião de hoje (27) entre Lula e representantes da comissão política do PT, approved no Palácio do Planalto. Ele disse que, nesse momento, o partido está mais interessado na política de governo.
“Não discutimos questões de varejo, e sim questões de grandes orientações. Mais uma vez viemos aqui para transmitir ao presidente as nossas preocupações em relação ao governo e ao futuro do país. Nós queremos que o próximo governo não seja simplesmente uma continuidade do atual, apesar de valorizarmos extremamente o que foi feito nesses quatro primeiros anos. Queremos um governo que inove mais ainda, que aprofunde as mudanças que o país está vivenciando”, disse o presidente do partido após a reunião.
Garcia informou que a idéia do presidente Lula é, aos poucos, realizar transformações nos ministérios. E que a composição ministerial só deverá ser tratada com o partido na segunda quinzena de janeiro. “Assim como o presidente, acreditamos que as transformações não devem se medir em dias, semanas”.
O presidente interino voltou a manifestar, em nome do partido, sua "indignação" com o indiciamento pela Polícia Federal do senador Aloísio Mercadante e seu suplente, José Giacomo Baccarin, no inquérito que investiga a compra de um suposto dossiê contendo acusações contra o governador eleito José Serra e outros políticos do PSDB.
O líder do PT na Câmara, deputado Henrique Fontana (RS), que também participou da reunião, disse que o assunto "disputa pela presidência da Câmara" também foi tratado “rapidamente”.
“Reafirmamos a nossa posição, e esta é a do presidente inclusive, de que estamos construindo uma coalizão governamental para dar sustentação a este governo. Por isso, estamos trabalhando para que esta coalizão tenha uma única candidatura à presidência da casa”, afirmou Fontana.
Arlindo Chinaglia (PT-SP) e o atual presidente Aldo Rebelo (PCdoB-SP) são considerados até o momento os principais candidatos do bloco governista.
Segundo Fontana, Lula deixou claro que esse assunto deve ser debatido entre os presidentes e líderes de partidos da base aliada. “Estamos tranqüilos, tratando esse tema com enorme equilíbrio e respeito às duas candidaturas que estão postas. Temos que aprofundar o diálogo dos partidos que compõem a base para que consigamos constituir num prazo curto, talvez em 10 ou 15 dias, uma composição que nos coloque uma única candidatura”, finalizou o deputado.
Brasília – O balanço final das obras de recuperação das rodovias federais, erectile conhecida como Operação Tapa-Buracos, cost deve ser divulgada nos próximos dias pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Antes de ser divulgado oficialmente, o documento será enviado ao Tribunal de Contas da União (TCU), à Controladoria Geral da União (CGU) e ao Ministério Público Federal para que as contratações e execução das obras sejam analisadas.
O Petse, nome oficial do Programa Emergencial de Trafegabilidade e Segurança nas Estradas, realizou obras em 25 mil quilômetros (Km) de rodovias, e “apresenta um resultado consistente”, na avaliação do diretor de Infraestrutura Rodoviária do Dnit, Hideraldo Luiz Caron.
"Esse balanço mostra uma melhora no estado geral das rodovias em todo país. Conseguimos elevar o grau de trafegabilidade, dando uma condição melhor para o usuário. Mas esperamos continuar com as obras de manutenção e recuperação no ano de 2007 para garantir uma boa situação para as estradas brasileiras", enfatizou Caron em entrevista à Agência Brasil hoje (27).
Entre as obras realizadas pelo Petse, estão as emergenciais de tapar buracos, e outras com a recuperação efetiva do pavimento. Os trechos, que necessitaram de intervenções mais sérias, somam dois mil quilômetros, concentrados na BR 050 (entre Araguari e Uberlândia); na BR 163 (Paraná); a BR 110 (Bahia até Sergipe); e a BR 101 (região norte Rio de Janeiro).
Com relação aos investimentos, o diretor de Infra-Estrutura afirma que foram gastos R$ 407 milhões, na recuperação do pavimento e também na sinalização.
Segundo Caron, a partir de janeiro, terão início as obras de continuidade em vários estados. “O processo está em fase de conclusão de licitações, e o trabalho de continuidade da recuperação de 30 mil Km vai se concentrar nos estados que apresentam grande tráfego de veículos [MG, RS, PR, SC, RJ e estados centro-oeste]".
Uma quantia de R$ 50 milhões foi disponibilizada por meio de uma Medida Provisória publicada hoje no Diário Oficial. A MP 336 libera esse montante para obras nas estradas de 12 estados. No orçamento ainda estão previstos a liberação de R$ 250 milhões, a partir de janeiro.
Questionado sobre as irregularidades nas obras, apontadas no relatório do TCU, ainda no mês de outubro, o diretor de Infra-Estrutura Rodoviária considera “os números superados”, já que o relatório foi feito antes do fim das obras. “O DNIT conseguiu justificar as contas e arquivar grande parte dos processos no TCU. Poucos processos estão em análise. O Tribunal considerou regulares as contratações e a execução das obras. Não se verificou superfaturamento nas obras. Inclusive as obras foram realizadas com um valor abaixo do previsto. Se verificou um ganho do Poder Público”, destacou Caron.
O estudo da Confederação Nacional de Transportes (CNT), divulgado em outubro, mostrou uma melhora nas rodovias federais de 18% (2005) para 31% (2006). Na opinião de Caron essa “melhora considerável está gerando resultados”, e os números, no próximo ano, podem aumentar, já que vão trabalhar com as obras do Petse completas.
Milícias aliadas ao governo da Somália tomaram hoje diversos prédios importantes, decease incluindo o ex-palácio presidencial, disse um porta-voz da facção Aliança Nacional da Somália (ANS). "Tomamos o controle de Villa Somalia", disse Abukar Osman. "Agora que os muçulmanos deixaram Mogadíscio, dominamos legitimamente todos os locais que controlávamos, incluindo o palácio presidencial."
A ANS pertence ao ex-líder de facções Hussein Mohamed Aideed, agora ministro do Interior e vice-premiê do governo. "Temos uma relação proveitosa com o governo e o receberíamos bem na capital", afirmou Abukar Osman.
O fato aconteceu quando os moradores relataram um aumento na violência em Mogadíscio, com saques, tiroteios e a instalação de postos de controle, depois que os antigos controladores muçulmanos deixaram a cidade.