Cerca de três mil simpatizantes de Zelaya protestam em frente à sede do Governo, que permanece isolado por um forte dispositivo militar de segurança, sem que até o momento incidentes tenham sido registrados, informaram os organizadores da manifestação.
“Estamos fazendo uma resistência pacífica e estamos convocando uma greve geral a partir de amanhã”, afirmou à Agência Efe o presidente do Comitê para a Defesa dos Direitos Humanos em Honduras (Codeh), Andrés Pavón, um dos organizadores da manifestação.
O presidente hondurenho foi detido hoje por militares, levado à base da Força Aérea em Tegucigalpa e deportado à Costa Rica.
Pavón denunciou que “o golpe de Estado foi concretizado”, e que “o país paulatinamente está sendo militarizado”.
Assegurou que em algumas cidades do interior os militares “estão evacuando” de locais públicos pessoas que estão se concentrando em apoio ao presidente, e afirmou que há ordem de captura contra vários líderes sociais.