As equipes de salvamento da ilha não conseguiram escavar a tempo as áreas soterradas pelo barro na aldeia de Siaolin, onde se calcula que haja 398 vítimas, e em outras regiões da ilha.
Ainda restam milhares de pessoas isoladas em aldeias devido à queda de pontes e estradas, embora já tenham sido abertos caminhos e enviados alimentos por terra ou ar, informou o Centro Nacional de Emergências.
O presidente taiuanês Ma Ying-jeou reconheceu ontem que o Governo não reagiu com a rapidez desejada ao inesperado desastre desencadeado pelo “Morakot”, que causou as piores inundações em mais de 50 anos.
O número final de vítimas será maior que as confirmadas já que na aldeia de Siaolin há cerca de 398 pessoas soterradas sob o barro desde o dia 8 de agosto, o que levou o presidente Ma a não descartar 500 mortos.