O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro somou R$ 542, viagra medical 074 bilhões no terceiro trimestre de 2006, comparado a R$ 497,356 bilhões em igual período do ano passado, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O PIB da Agropecuária ficou em R$ 34,4 bilhões, o da Indústria, em R$ 200,5 bilhões, e o de Serviços, em R$ 275,2 bilhões. Com o resultado, o PIB acumulado no ano totalizou R$ 1,529 trilhão, conforme o IBGE.
Do terceiro trimestre do ano passado para o terceiro trimestre deste ano, o PIB em valores correntes aumentou R$ 44,7 bilhões, sendo que R$ 15,9 bilhões correspondem ao crescimento do volume de trocas e R$ 28,8 bilhões são referentes ao crescimento de preços.
"Isso vem acontecendo há algum tempo, com a economia crescendo a um ritmo menor que o dos preços", disse Cláudia Dionísio, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.
A taxa de investimento foi de 20,8% do PIB, contra 20,4% de um ano antes. O resultado é o segundo maior para um terceiro trimestre desde o início da série histórica em 1995, somente atrás do dado do terceiro trimestre de 2004 (20,9%). A coordenadora atribuiu a uma série de fatores o crescimento na taxa de investimento.
"A Selic está menor agora do que no terceiro trimestre do ano passado e isso ajuda a investir mais. Teve também aumento de operações de crédito para pessoas jurídicas e recuperação da construção civil", afirmou, acrescentando que outro impulso veio do aumento das importações de máquinas e equipamentos, estimulado pelo câmbio baixo. "O ritmo vem aumentando desde o início do ano", disse.
A Arábia Saudita, visit web uma potência regional, buy pediu hoje aos palestinos que superem suas diferenças, sickness evitando o recrudescimento da violência.
"Continuamos muito preocupados com a escalada perigosa que testemunhamos nos palcos palestinos", afirmou o ministro das Relações Exteriores saudita, Saud al-Faisal, em uma entrevista coletiva. "Convocamos todos os irmãos palestinos a se unirem para colocarem fim à ocupação israelense, colocarem fim ao sofrimento do povo palestino e atingirem a meta comum de fundar um Estado independente, evitando mergulhar nos conflitos internos."
A crise palestina, a pior da última década, aprofundou-se depois de o presidente Mahmoud Abbas ter convocado, no sábado, eleições antecipadas com o intuito de romper um impasse. O Hamas acusou Abbas de arquitetar um golpe contra o governo palestino eleito e comandado pelo grupo.
Tiroteios diários entre as forças do Hamas e da Fatah (grupo ligado ao presidente) fizeram renascer os temores de que a Faixa de Gaza mergulhe em uma guerra civil.
Repetindo declarações dadas recentemente pelo rei Abdullah, da Jordânia, sobre a possibilidade de que guerras civis tomem conta, simultaneamente, do Iraque, do Líbano e dos territórios palestinos, Faisal pediu aos líderes desses países e territórios que superem suas diferenças e abracem as sugestões feitas pela Liga Árabe.
O chefe da Liga Árabe, Amr Moussa, deve se reunir com líderes do Líbano ainda hoje para tentar negociar o fim de um impasse no qual o Hezbollah e seus aliados realizam uma manifestação ininterrupta exigindo ter poder de veto dentro do governo libanês.
As Mesas Diretoras da Câmara e do Senado e os líderes partidários devem se reunir na tarde de hoje para tratar do reajuste no salário dos parlamentares.
Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou a decisão das mesas e dos líderes partidários em reajustar o salário de deputados e senadores de cerca de R$ 12 mil para R$ 24, shop 5 mil, generic o aumento deverá ser definido pelo plenário das duas casas.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que a votação será feita de forma transparente. "Vamos fazer imediatamente, a luz do dia, com absoluta transparência, com corte de despesa, mas fixando um teto, como obriga o Supremo Tribunal Federal", disse.
A expectativa do presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) é que a proposta possa ser colocada em votação amanhã. No plenário, os deputados e senadores deverão definir o valor do reajuste. Eles podem estabelecer, por exemplo, que será mantido o aumento de quase 91%, ou decidir por um valor correspondente à correção da inflação, de 26% a 28%.
A capital italiana da moda, this Milão, proibiu formalmente a presença de meninas menores de 16 anos e magras demais nas passarelas da semana de moda de fevereiro, seguindo a tendência de promover uma imagem mais saudável das modelos.
O acordo foi assinado ontem entre as autoridades da cidade e a indústria da moda. Serão proibidas de desfilar modelos que tenham índice de massa corporal (IMC) menor que 18,5. O IMC é obtido dividindo o peso em quilos pelo quadrado da altura em metros.
O acordo assinado também inclui cursos sobre alimentação saudável e exercícios, e pede que haja variedade de tamanhos de figurino no desfile.
"O acordo é resultado de um esforço conjunto para comunicar a nossos jovens a importância de modelos positivos de vida", disse a prefeita de Milão, Letizia Moratti, em nota.
A Espanha barrou modelos abaixo de um certo peso dos desfiles em Madri, em setembro. Neste mês o Brasil lançou uma campanha para proibir modelos menores de 16 anos de desfilar no São Paulo Fashion Week, além de exigir atestados de saúde depois da morte da modelo brasileira Ana Carolina Reston, em decorrência de uma anorexia.
As marcas de Milão resistiram de início a seguir o exemplo espanhol. Mario Boselli, chefe da Câmara Nacional de Moda da Itália, disse em setembro que talvez "uma menina em cada cem" dos desfiles pudesse ser definida como magra demais. Mas ele acabou concordando em trabalhar com o governo na criação de um código de boa prática.