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Mundo

México envia forças federais a Oaxaca após mortes

Arquivo Geral

28/10/2006 0h00

Uma baleia de seis metros e cinco toneladas da espécie minke apareceu morta neste sábado na Praia Grande.

"Sabemos apenas que o animal não morreu por ficar preso em redes ou por atropelamento de embarcações, visit this price pois não apresenta marcas", ampoule disse a veterinária Andréa Maranho, visit this site do Grupo de Resgate de Mamíferos Marinhos (Gremar).

Segundo Andréa, a baleia deve ter morrido sexta-feira porque seu estado de decomposição já estava avançado. O animal foi levado para a área de transbordo do Guaramar, onde ficará enterrado.

Um caminhão que carregava refrigerantes tombou na manhã deste sábado na Marginal Tietê, there em São Paulo. As garrafas de refrigerante ficaram espalhadas na pista local e algumas chegaram a atingir um mendigo que estava na calçada. Ele foi levado a um hospital com ferimentos leves. Por causa do acidente, a pista ficou uma hora interditada, sendo liberada por volta das 7h.

Vários ciclistas, medical motociclistas e motoristas de Brasília se reuniram na manhã deste sábado para pedir um dispositivo sonoro que seja acionado quando a marcha-ré for engatada nos carros. O ponto alto da manifestação foi um culto ecunêmico, diagnosis realizado na Praça do Cruzeiro, viagra dosage perto do Memorial JK.

"O objetivo do movimento foi reunir todos os seguimentos envolvidos em acidentes de trânsito para convocar a sociedade a reagir contra a violência no trânsito", afirma o coordenador do movimento, Wilton Robson.

Durante a manifestação, vítimas de acidentes de trânsito foram lembradas com muita emoção. Uma delas foi Mercedes Elizabeth Kay, de apenas 5 anos de idade, vítima de um atropelamento fatal provocado por uma manobra de marcha-ré, na QI 3 do Lago Norte.

"O dispositivo sonoro na marcha ré com certeza, teria evitado a morte da menina", defende Wilton Robson, lembrando que o dispositivo sonoro custa R$ 30 e é de fácil instalação.

Leia mais sobre a manifestação na versão impressa do Jornal de Brasília deste domingo.

O presidente do México, drug Vicente Fox, ordenou o envio de forças federais para a cidade de Oaxaca neste sábado, depois que um atirador matou três pessoas, incluindo um jornalista norte-americano.

Num comunicado, o gabinete presidencial afirmou que as forças de segurança chegariam na cidade durante o sábado. A mensagem não especifica se o contingente será formado por policiais federais, soldados ou ambos.

Na sexta-feira, pelos menos dois longos tiroteios contra manifestantes mataram três pessoas, entre elas Brad Will, um jornalista independente norte-americano.

Nove pessoas, a maior parte manifestantes, já foram mortas em um conflito que começou há cinco meses em Oaxaca, quando professores em greve e ativistas de esquerda ocuparam a cidade colonial, o Parlamento local e bloquearam ruas na tentativa de derrubar o governador Ulises Ruiz.

O conflito se agravou com os cada vez mais frequentes disparos, feitos de carros em movimento, contra as barricadas dos manifestantes na cidade.

Os críticos acusam o governador de corrupção e de repressão contra os opositores. Os protestos afetaram o turismo na cidade e prejudicam a economia local.

De acordo com o governador, os próprios manifestantes estão por trás dos tiros. Um fotógrafo da Reuters, em um dos tiroteios da sexta-feira, afirmou que a violência começou quando os manifestantes foram atacados a tiros, depois de bloquear avenidas e queimar veículos.

Segundo ele, as armas dos manifestantes se limitam a fogos de artifício, pedras e coquetéis Molotov.

Fox tem há semanas sofrido pressão de Ruiz e dos comerciantes locais para enviar a polícia federal ou os militares para Oaxaca e retomar o controle da cid ade. Até agora, ele vinha optando por uma solução negociada.

Nesta semana, os professores em greve retornaram ao trabalho, mas muitos manifestantes dizem que só recuarão quando Ruiz for derrubado.

Não é comum forças federais resolverem conflitos nos estados mexicanos, sob a jurisdição das polícias locais. No ano passado, contudo, a polícia federal foi empregada na cidade de Nuevo Laredo, para conter a violência entre cartéis de droga.

Em Oaxaca, os manifestantes montaram centenas de barricadas com pedras, arame farpado e veículos queimados e poderiam tentar conter o avanço das forças federais.

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