As autoridades do México informaram hoje que mantêm os alertas pela tempestade tropical “Henriette”, visit this site que já matou seis pessoas e causou chuvas e inundações no litoral do Pacífico, ambulance e pelo furacão “Félix”, que chegará esta semana ao sudeste do país pelo Atlântico.
A atenção imediata está focada no “Henriette”, que desde domingo ameaça se transformar em furacão, informou à Efe o meteorologista do Serviço Meteorológico Nacional (SMN) Jaime Albarrán, o que pode se tornar real no “decorrer do dia”.
“Existe toda probabilidade” de isto ocorrer, disse Albarrán sobre o “Henriette”, que atualmente está localizado 340 quilômetros a oés-sudoeste de Puerto Vallarta, no estado de Jalisco (oeste), e 290 quilômetros ao lés-nordeste de Isla Socorro, em Colima, também no oeste mexicano.
Segundo o boletim de 8h (10h de Brasília) do SMN, o “Henriette” apresentava um índice de risco “moderado”, ventos sustentados de 100 km/h e seqüências máxima de 120 km/h.
O ciclone se desloca a 15 km/h a noroeste, em direção ao sul da península de Baixa Califórnia, onde há “alerta preventivo”, desde La Paz, no litoral leste, até o Cabo San Lucas, o ponto mais ao sul.
No sábado, as intensas chuvas causadas pelo “Henriette” deixaram seis mortos no estado de Guerrero (sul), cinco deles menores de idade, devido a deslizamentos e quedas de cercas no porto turístico de Acapulco.
O SMN mantém alerta preventivo por chuvas intensas, vento e ondas nos estados de Baixa Califórnia, Sinaloa, Nayari, Jalisco e Colima.
Enquanto isso, no extremo leste do país, que ainda se recupera dos efeitos da passagem do furacão “Dean” há duas semanas, as autoridades começaram a tomar precauções pela chegada do “Félix”, outro ciclone “potencialmente” catastrófico.
O Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos acredita que o furacão da categoria máxima 5 na escala Saffir-Simpson afetará nas próximas 36 horas uma área que compreende Nicarágua, Honduras, Guatemala e Belize.
Segundo o SMN, “Félix” é “extremamente perigoso” e, por sua potencial trajetória, é necessária “atenção especial” na Península de Iucatã, no estado de Chiapas e em Tabasco – ou seja, em todo o sudeste do país.
Apesar de ter afirmado que “ainda está muito longe”, Albarrán disse à Efe que a passagem da tempestade tropical pela América Central “fará com que sua intensidade diminua, mas o furacão chegará ao México com categoria 3 ou 4”, provavelmente a partir de quarta-feira.
Iucatã ainda não se recuperou totalmente dos efeitos do “Dean”, que apesar de não ter deixado mortos na região ou grandes danos materiais nas áreas turísticas de Cancún e da Riviera Maia, prejudicou milhares de produtores agrícolas.
“Dean” alcançou categoria 5 em um ponto ao norte de Chetumal, capital do estado de Quintana Roo, e cruzou a península para chegar ao Golfo do México com intensidade bastante reduzida.
O ciclone recuperou força antes de tocar novamente o país por Veracruz e, em seu deslocamento a oeste, afetou vários estados do interior.
O balanço final foi de 189.882 hectares de plantações afetadas e 12 mortos em episódios relacionados com as chuvas e ventos causados pelo furacão.