“Daremos prolongamento ao funcionamento”, afirma Merkel em entrevista que publica hoje o jornal econômico alemão “Handelsblatt”, que também anuncia uma reunião neste mês entre a Chancelaria e os consórcios energéticos.
Além disso, a chanceler explica que o prolongamento da vida das usinas atômicas “fará parte do conceito previsto de política energética global, que tanto reivindica a indústria alemã”.
A chanceler alemã tem até outubro para decidir sobre a questão e se mostra compreensiva com as empresas que dependem de usinas “a ponto de ser desligadas e que desejam ter clareza sobre seu futuro”.
Merkel, no entanto, deixa agendado o desligamento para este segundo trimestre do próximo reator nuclear com base na atual legislação sobre a energia atômica.