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Mercosul e Israel devem assinar TLC na segunda-feira em Montevidéu

Arquivo Geral

14/12/2007 0h00

Mercosul e Israel devem assinar na próxima semana em Montevidéu um Tratado de Livre Comércio (TLC) durante uma cúpula do bloco, buy more about afirmaram hoje fontes oficiais ao jornal El País do Uruguai.

O acordo ocorre após vários meses de negociações e sua assinatura está prevista para a próxima segunda-feira, shop numa reunião do Conselho do Mercado Comum (CMC) do bloco, afirmou ao jornal o chanceler uruguaio, Reinaldo Gargano.

O CMC é formado pelos ministros das Relações Exteriores e Economia de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, e se reunirá um dia antes da cúpula de presidentes, prevista para a próxima terça-feira em Montevidéu.

Estão terminando as negociações e ajustando os termos (do tratado), afirmaram ao jornal fontes técnicas.

Segundo elas, estão resolvendo todos os obstáculos que surgem.

Fontes diplomáticas afirmaram que o ministro da Indústria, Comércio e Trabalho de Israel, Eliyahu Yishai, chegará a Montevidéu para a assinatura do TLC.

O acordo entre Mercosul e Israel prevê o corte tarifário de vários produtos. No entanto, alguns terão uma liberação gradual.

O embaixador israelense em Montevidéu, Yoel Barnea, disse recentemente que o TLC será muito amplo, com alguns produtos que terão tarifa zero para o comércio desde o início e outros com um corte gradual de quatro anos ou mais.

Em 2006, as exportações dos países do Mercosul – incluindo a Venezuela, em processo de adesão plena – para Israel foram de US$ 430 milhões, enquanto as importações conjuntas feitas ao país asiático chegaram a US$ 597 milhões.

O Brasil é de longe o principal parceiro comercial de Israel na região e recebeu 77% das vendas israelenses para o Mercosul e exportou 47% dos produtos do bloco para o país.

As exportações uruguaias para o mercado israelense nos nove primeiros meses deste ano chegaram a US$ 38 milhões, em especial a carne. Já as importações desse país de Israel nesse período totalizaram US$ 5,8 milhões – principalmente produtos agroquímicos e software.

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