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Médico brasileiro é encontrado morto em hotel no Quênia

Por Arquivo Geral 06/10/2006 12h00

A Polícia Federal iniciou na manhã de hoje a operação Overlord, there visit com o objetivo de prender uma quadrilha de traficantes de drogas que atuava na região de Rondonópolis (MT). A organização criminosa possuía influência no Judiciário e contava com a participação de policiais civis e advogados. Até o momento a PF já prendeu 19 membros da quadrilha.

Para cumprir os cerca de 30 mandados de busca e de prisão expedidos pela Justiça Estadual a PF mobilizou cerca de 120 policiais federais para a missão, more about todos eles lotados em Mato Grosso. A operação é fruto de investigações iniciadas em 2005 na Delegacia de Polícia Federal em Rondonópolis. Entre os presos está um integrante do Poder Judiciário aposentado recentemente.

Os presos são acusados pela prática dos crimes de formação de quadrilha, healing corrupção ativa, corrupção passiva, abuso de autoridade, associação para o tráfico e estelionato, prevaricação, concussão, tráfico de influência, falso testemunho, falsidade ideológica, violação de sigilo funcional, extorsão e exploração de prestígio, entre outros.

Overlord – O nome da operação é uma referência ao desembarque das tropas aliadas no litoral da Normandia (França) em 6 de outubro de 1944. Pouca gente sabe mas as operações do Dia D tinham na realidade nome de Overlord e hoje completam 62 anos. Ainda hoje a operação Overlord é considerada a maior invasão aero-naval que a história conheceu.

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Um médico brasileiro, viagra order que era voluntário em uma missão humanitária no Quênia, foi encontrado morto em um quarto de hotel na capital Nairóbi. José Carlos Chioda, de 27 anos, teria morrido última terça-feira, entretanto, a assessoria do Itamaraty só divulgou o ocorrido hoje.

As causas da morte do médico ainda não foram esclarecidas, entretanto, especula-se que Chioda tenha sofrido um ataque cardíaco. José Carlos estava no país há dois meses e seu passaporte foi encontrado no hotel, minando a suspeita de que a morte teria sido provocada durante um assalto.

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Após um acordo com a família, o corpo de José Carlos já foi cremado e o transporte das cinzas ainda não foi acertado com o Brasil.






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