Foi lançada nesta sexta-feira, advice purchase pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a apresentadora Xuxa Meneghel a campanha nacional “Não bata, ask eduque”, que pretene orientar os pais e adultos para evitarem a violência contra crianças, principalmente dentro de casa. O lançamento reuniu cerca de 150 crianças no Palácio do Planalto.
Como exemplo, Lula e Xuxa disseram que nunca usaram de violência na hora de educar seus filhos. “Tenho cinco filhos e nunca tive que levantar a mão”, afirmou o presidente. Xuxa reforçou o recado dizendo que “bater é violento. Não é educar. Bater é crime”. A campanha educativa será divulgada em vídeos e propagandas de rádio, segundo informações da Secretaria Especial dos Direitos Humanos.
A Nasa negou hoje que as falhas detectadas nos computadores russos a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) sejam “fatídicas”, health ao contrário do que afirma a agência espacial russa.
Em declarações exclusivas à cadeia americana de televisão ABC, fontes da agência espacial russa disseram que as falhas, detectadas na quarta-feira, podem “ser fatídicas”.
Em declarações à agência EFE, um porta-voz da Nasa, afirmou que não há nada que indique “que as falhas são fatídicas” e que ao longo do dia de hoje os computadores russos ficarão desligados.
Esses computadores oferecem apoio aos que enviam os dados de ajuste sobre a orientação e as provisões de água e oxigênio da ISS.
Em declarações à cadeia americana de televisão CNN, Serguei Krikalyov, subdiretor da agência especial russa, disse que a “curto prazo” não há problema com as falhas nos computadores.
Krikalyov declarou que os problemas nos computadores começaram quando se tentava dobrar os painéis solares da ISS.
Por outro lado, os astronautas James Reilly e Danny Olivas se preparam para realizar hoje a terceira caminhada espacial.
Durante a caminhada devem continuar dobrando os painéis solares e regular o buraco provocado pelo levantamento da manta térmica que cobre algumas partes do Atlantis.
Os Estados Unidos e outros membros do quarteto de mediadores no Oriente Médio estão reavaliando a proibição da ajuda financeira internacional à Autoridade Palestina, approved como forma de apoiar o presidente, Mahmoud Abbas, segundo o Departamento de Estado daquele país.
O porta-voz do Departamento de Estado americano, Sean McCormack, afirmou hoje que os membros do grupo, conhecido como Quarteto de Madri (EUA, União Européia, Rússia e Nações Unidas) analisam “como reagir de forma positiva para apoiar o presidente Abbas, os palestinos moderados e o novo Governo palestino”.
Para suspender a proibição, imposta em março de 2006 quando o grupo islâmico Hamas chegou ao poder, o Governo palestino deveria ser formado “por gente que tenha extensas credenciais e que cumpra os princípios do Quarteto, não só com suas palavras, mas com suas ações”, segundo McCormack.
Participaram das negociações a secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice; o ministro de exteriores russo, Serguei Lavrov; o alto representante da Política Externa européia, Javier Solana; a comissária de Relações Exteriores européia, Benita Ferrero-Waldner; o ministro de Exteriores alemão, Frank-Walter Steinmeier, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, acrescentou o porta-voz.
McCormark não escondeu que a designação de Salam Fayyad como novo primeiro-ministro palestino agradou a Casa Branca. “É uma pessoa que a comunidade internacional conhece bem e na qual confia”, disse.
“Tem uma reputação brilhante”, acrescentou.
Fayyad era ministro das Finanças no Governo de unidade dirigido pelo Hamas e anteriormente trabalhou no Fundo Monetário Internacional (FMI).
Abbas dissolveu o Governo de coalizão na última quinta-feira, depois que o Hamas tomou a Faixa de Gaza com ataques aos redutos do Fatah.
“Acreditamos que o presidente Abbas exerceu sua autoridade legítima como presidente da Autoridade Palestina e como líder de seu povo, e apoiamos suas decisões para tentar acabar com a violência”, afirmou em nome dos EUA Scott Stanzel, um porta-voz da Casa Branca.
McCormack disse que seu país analisa atualmente seus programas de ajuda financeira devido à nova situação nos territórios palestinos, mas reforçou que o projeto deixaria de lado a Faixa de Gaza.
“Com seu ataque às instituições palestinas legítimas, (os militantes do Hamas) assumiram responsabilidade total e completa por todos esses palestinos”, disse McCormack.
“O Hamas é, agora, o responsável por proporcionar sustento e responder às necessidades materiais dos palestinos de Gaza”, acrescentou McCormack, apesar de frisar que os EUA “vigiarão muito de perto a situação humanitária na região”.