O senador John McCain assegurou hoje sua candidatura republicana às eleições presidenciais dos EUA em novembro, visit this site enquanto do lado democrata Barack Obama e Hillary Clinton prosseguem com sua dura batalha para conquistar o direito de disputar a vaga à Casa Branca.
McCain superou hoje, prostate com suas vitórias no Texas, buy information pills Ohio, Rhode Island e Vermont, os 1.191 delegados de que precisava para ser proclamado candidato na convenção que o Partido Republicano realizará em Mineápolis no começo de setembro.
O senador conclui assim uma batalha pré-eleitoral que começou enfraquecida, mas que foi ganhando força após sua vitória em New Hampshire e em outros estados importantes, até o ponto em que conseguiu deixar pelo caminho seus principais oponentes.
Em seu discurso, McCain disse hoje se sentir com a “confiança, a unidade e o sentido de responsabilidade necessário” para as eleições de novembro.
“Agora começa a parte mais importante da campanha”, disse McCain, que deve receber amanhã o respaldo oficial do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
Após suas vitórias, o senador pelo Arizona recebeu uma ligação do democrata Barack Obama, que mostrou sua confiança em ser o escolhido para disputar as eleições de novembro contra McCain.
Mas no lado democrata, os dois pré-candidatos ainda estão longe de conseguir os 2.025 delegados que precisam para ser proclamados candidatos na convenção de seu partido em Denver (Colorado), no final de agosto.
Faltando designar os delegados em jogo nas primárias de hoje, e que serão divididos de maneira proporcional aos votos obtidos, Obama se mantém na liderança, com 1.386 delegados, frente aos 1.273 de Hillary.
O mais significativo é que a senadora Hillary Clinton conseguiu romper a seqüência de doze derrotas consecutivas frente a Obama, ao vencer em Rhode Island e Ohio no Texas, o que foi interpretado como um novo fôlego a sua campanha.
Muitos analistas tinham afirmado que a ex-primeira-dama deveria vencer pelo menos em um dos quatro estados que hoje estão em disputa para manter vivo seu sonho de chegar à Casa Branca.
Obama venceu hoje em Vermont, e resta saber como será a divisão dos delegados no Texas, um estado onde o processo tem uma grande complexidade.
Dois terços de delegados do estado são escolhidos em primárias, enquanto o restante é designado em um caucus.
Em seu discurso em Ohio, Hillary afirmou que as vitórias de hoje vão recuperar os Estados Unidos e também sua campanha pela Casa Branca.
“Este estado sabe como escolher um presidente”, disse Hillary em Ohio, local onde a ex-primeira-dama quebrou uma seqüência de doze derrotas em prévias contra Obama.
“Como vota Ohio, vota o resto da nação. Precisamos de um candidato que ganhe em estados-chave como Ohio”, afirmou a ex-primeira-dama, que deixou claro que não vai abandonar a corrida presidencial, apesar da pressão de certos setores do partido.
“Ohio escreveu um novo capítulo na história desta campanha, e isto está apenas começando”, assegurou.
A senadora por Nova York voltou a taxar Obama de inexperiente, e afirmou que quando se chega à Casa Branca “não há tempo para discursos e para treinamentos no lugar de trabalho”.
Já o senador por Illinois assegurou em San Antonio, no Texas, que “aconteça o que acontecer” neste estado, ainda terá vantagem sobre Hilary.
“Estamos no caminho para ganhar esta candidatura”, afirmou.
A vitória obtida por McCain na corrida pela candidatura republicana à Casa Branca gerou reações nos dois partidos.
O presidente do Partido Democrata, Howard Dean, afirmou que McCain desconhece as realidades do país.
“Em vez de oferecer soluções ao alto custo do atendimento médico, ajuda para a classe média ou idéias para criar fontes de trabalho, McCain oferece mais 100 anos no Iraque e mais dos mesmos orçamentos de (o presidente George W.) Bush, que carregaram de dívidas nossos filhos e prejudicam a economia”, assinalou Dean em comunicado.
Já o ex-governador de Arkansas Mike Huckabee, que brigava com McCain pela candidatura republicana, parabenizou o senador pelo Arizona por sua vitória e, após anunciar sua retirada, expressou seu compromisso em “unir o partido e o país”.