O Ministério de Assuntos Exteriores marroquino afirmou, em comunicado, que o envio acontece por ordem do rei Muhammad VI, e é integrado por produtos médicos e farmacêuticos.
“Nestas dolorosas circunstâncias, os marroquinos transmitem suas mais sentidas condolências à população haitiana e esperam que possa superar esta dura prova e recuperar rapidamente uma vida normal”, conclui a nota.
Apesar de que ainda não haver números oficiais, as autoridades do Haiti preveem centenas de milhares de mortos e o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, estimou que o tremor afetou 3 milhões de pessoas (um terço da população).
O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 de Brasília da terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do Haiti. O primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, cifrou o número de mortos em “centenas de milhares”.
O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 14 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.
A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.