Os poucos soldados da Grã-Bretanha (entre 100 e 150) que continuavam no Iraque se retiraram temporariamente ao Kuwait em julho, à espera de que o Parlamento iraquiano ratificasse o acordo que permite sua continuidade no país.
O Ministério da Defesa antecipou em outubro que um número similar de militares da Royal Navy voltaria ao Iraque após a aprovação do Parlamento iraquiano.
“É vital que a Marinha iraquiana desenvolva rapidamente a capacidade para proteger suas águas territoriais e as plataformas petrolíferas das quais sua economia depende tanto”, explicou hoje Rammel, em uma declaração por escrito.
“Portanto, os treinadores da Royal Navy retornaram ao Iraque e nossos navios voltaram a entrar em águas territoriais iraquianas”, disse o secretário de Estado, ao acrescentar que os Estados Unidos também participarão das tarefas de formação.
O Reino Unido completou a retirada do Iraque de grande parte de suas tropas no dia 31 de julho, seis anos depois da invasão do país, e terminou oficialmente sua missão em 30 de abril.