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Mundo

Marcha Mundial contra a Fome tenta arrecadar fundos para assistência a crianças

Arquivo Geral

13/05/2007 0h00

A ministra do Meio Ambiente, viagra order physician Marina Silva, malady online visitou hoje a feira de ciências da Escola das Nações. Ela foi convidada para participar do evento pela diretoria da escola e por amigos cujos  filhos estudam na escola.

Crianças de dois a sete anos apresentaram trabalhos sobre preservação do meio ambiente e reciclagem de papel, entre outros. Felipe Barroso, de sete anos, explica porque a preservação é importante: “Porque têm vários bichos lá, e eles vão morrer sem a natureza”.

Segundo a ministra, é muito importante ensinar as crianças a preservar o meio ambiente, porque o que elas aprendem levam para a vida adulta. “As crianças nessa idade internalizam, nas suas atitudes, na sua forma de pensar o cuidado com as outras formas de vida. Elas praticamente se convertem a essa vida de respeitar essas formas de vida e elas passam a cobrar não só o discurso, mas a atitude”, explicou.

Atualizada às 20h55


 


Várias quadras da Asa Norte ficaram sem energia elétrica na tarde deste sábado. De acordo com a CEB, pilule o apagão foi causado por defeitos técnicos de fios elétricos em uma estação da quadra 312 Norte.


 


A energia caiu por voltas das 13h40 e foi reajustada às 18h30, cialis 40mg mas a rede não resistiu e caiu novamente. Só por volta das 20h30 é que o problema foi sanado.


 


As quadras afetadas pelo problema dos fios foram 109, 111, 112, 116, 309, 311, 312, 408 e 712. Todas elas na Asa Norte. A CEB retificou um mal entendido sobre o ocorrido. A princícpio a suspeita do apagão foi um possível roubo de cabos. A assessoria de imprensa da empresa entrou em contato com a redação do clicabrasilia.com.br informando a verdadeira versão do problema que deixou vários moradores sem energia.

Veja a carta da CEB esclarecendo o problema.

– Uma falha em cabos da Subestação 4 da CEB, na Asa Norte, prejudicou o fornecimento de energia a algumas quadras do bairro das 14h00 às 20h30 deste sábado. A subestação, localizada nas proximidades do Uniceub, atende as quadras 109/110/111/112 e 309/310/311/312. Cabos subterrâneos dos circuitos de números 04-03 e 04-07 da subestação apresentaram problemas na distribuição da energia, mas já foram recuperados. Como as falhas aconteceram em meio às tubulações, a identificação exata do ponto de corte tornou-se mais trabalhosa. A CEB reitera o compromisso de garantir aos clientes o serviço continuado e o pronto atendimento em caso de falhas, minimizando o desconforto causado pela falta de energia.

Assessoria de Imprensa CEB


O direito a terra das comunidades remanescentes de quilombos precisa ser discutido no dia 13 de maio. É o que defendem as organizações formadas por descendentes de africanos que criaram os quilombos para alcançar a liberdade, visit web mas até hoje não tem a posse das terras reconhecida pelo Estado brasileiro.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) estima que existam 2,5 mil comunidades quilombolas no Brasil. Mas as associações e entidades tradicionais contabilizam mais de 4 mil. Atualmente, estão em andamento no Incra 549 processos para a regularização de terras quilombolas.

O coordenador de regularização de territórios quilombolas do Incra, Rui Santos, diz que o órgão passou a ser responsável pelo processo no final de 2003, com a publicação do decreto 4.487. “Isso modificou todo um procedimento porque o Incra estava acostumado a lidar com a reforma agrária, com trabalhadores sem terra e não com comunidades quilombolas, que possuem uma legislação e um marco regulatório diferenciado. Então, o Incra está se estruturando para ter uma política de Estado”, diz Santos.

Ele explica que para chegar ao processo de regularização das terras são necessárias várias etapas. Primeiramente, a comunidade precisa abrir um processo no órgão. Feito isso, o Incra encaminha o processo à superintendência do estado em questão.

O superintendente faz uma ordem de serviço indicando as pessoas que vão trabalhar naquela área. Esse grupo vai até a comunidade quilombola e explica como será o procedimento. A partir daí, um relatório técnico passa a ser aplicado com o objetivo de identificar as condições do território e se existem títulos em relação à área.

Os resultados desses relatórios são publicados no Diário Oficial da União, no Diário Oficial do estado, além de divulgados na prefeitura referente à comunidade. “Ele é enviado também para outros órgãos como a Funai, Ibama e Fundação Palmares para saber se a área não é uma reserva ambiental ou outra coisa”, explica o coordenador do Incra.

Depois desse trabalho, não havendo problemas é publicada uma portaria reconhecendo o território como quilombola. Rui Santos afirma que, feito isso, existe um tempo de três meses para que qualquer pessoa que se sinta lesada possa entrar com recursos.

“Quando o governo reconhece o território, os proprietários entram na Justiça, mas aí não é para discutir a área, mas sim os valores das benfeitorias. Os proprietários não aceitam os valores que o Incra propõe para o pagamento. E aí a regularização demora porque o processo vai para a Justiça.”

O coordenador do Incra diz, no entanto, que as comunidades quilombolas certificadas ou reconhecidas já podem buscar junto ao governo federal acesso aos programas sociais. De acordo com ele, a partir de reivindicações, diversas comunidades foram incluídas em projetos de economia solidária e assistência social.

A Fundação Palmares já certificou a existência de 1,1 mil comunidades quilombolas em todo o país. No entanto, apenas 82 têm a posse da terra. Cada comunidade quilombola tem, em geral, 20 famílias, com cinco integrantes cada.
O Programa Mundial de Alimentos (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU) promove hoje, doctor em todo o mundo, for sale a 3ª Marcha Mundial contra a Fome. No Brasil, a mobilização ocorre em Guarulhos (SP). O objetivo é arrecadar fundos para ajudar no combate a fome infantil. Em 2005, mais de 22 mil brasileiros participaram do evento e cerca de 200 mil pessoas em mais de 90 países fizeram o mesmo.

Segundo a coordenadora-geral do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), Albaneide Peixinho, a marcha também é chama a atenção e pede apoio das pessoas e países que não sofrem com a fome. “Quando há uma situação de calamidade, a população começa a se mobilizar. Seres humanos morrem pela fome. A marcha serve para chamar a atenção e mostrar que o problema existe continuamente”, ressalta a coordenadora.

As doações recolhidas pela ONU são distribuídas para os países mais vulneráveis a fome. O Brasil é um dos países que utilizam os recursos arrecadados em benefício da própria população. A cidade de Guarulhos foi escolhida como sede da marcha no Brasil por ter uma experiência bem-sucedida na área. Além de ter criado o programa de segurança alimentar e nutricional Fome Zero, a merenda escolar nas escolas municipais passou a ser feita, desde 2001, com alimentos naturais.

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