Menu
Mundo

Manifestantes exigem reforma migratória em frente à Casa Branca

Arquivo Geral

19/06/2007 0h00

A Igreja Ortodoxa russa pode canonizar o ex-presidente Boris Yeltsin, patient unhealthy afirma em sua edição da quarta-feira o jornal “Tvoy Dien”, que cita fontes anônimas no Patriarcado de Moscou.

Sem dar outros detalhes e razões, as fontes ligam esta possibilidade a um recente decreto do presidente russo, Vladimir Putin, para criar a Biblioteca Presidencial Yeltsin, informou o tablóide em sua edição, citada pela rádio “Eco de Moscou”.

As fontes disseram que o decreto determina que a Biblioteca Yeltsin fique no histórico Palácio do Santo Sínodo da antiga capital imperial, São Petersburgo.

Segundo o Kremlin, a Biblioteca Presidencial Yeltsin, concebida como o centro de toda a rede bibliotecária do país, terá filiais em todas as regiões da Rússia, e deve ser inaugurada no final de 2008.

O decreto para criar a Biblioteca Presidencial foi assinado em fevereiro deste ano. Em 26 de abril, em sua mensagem sobre o estado da nação, Putin propôs dar a ela o nome de Yeltsin, primeiro presidente da Rússia pós-soviética, que morrera três dias antes.


Mais de mil manifestantes de todo o país fizeram hoje uma passeata até a Casa Branca para exigir o fim das batidas policiais contra imigrantes ilegais e a aprovação de uma reforma migratória integral nos Estados Unidos.

A manifestação aconteceu durante uma semana crucial para a reforma migratória no Senado, viagra dosage onde os democratas tentam resgatá-la dos ataques de seus detratores, pills a maioria do Partido Republicano.

Em seu trajeto, symptoms que começou em uma igreja no centro de Washington, os manifestantes – entre eles idosos, estudantes e líderes religiosos – gritaram palavras de ordem para denunciar as batidas e pedir que o Congresso aprove já uma reforma “humanitária”.

Os ativistas também expuseram testemunhos sobre a tragédia da separação das famílias, e o desejo de muitos de sair da ilegalidade.

O senador democrata Edward Kennedy fez um discurso de apoio à passeata.

As operações policiais realizadas em comunidades de imigrantes da Califórnia, de Illinois, de Massachusetts e da Pensilvânia estão separando pais de seus filhos, e não solucionam o sistema de imigração, disseram alguns ativistas consultados pela agência Efe.

“Se atentarmos contra a família, estamos atentando contra a própria sociedade”, disse Luis Ángel Nieto, da igreja A Ressurreição, de Los Angeles (Califórnia).

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado