“Esta é a única forma de poder evitar o Conselho de Segurança. Através da assembléia geral, as vozes da comunidade internacional que condena com força a agressão e os ataques brutais de Israel contra a Palestina podem ser escutadas”, disse o governante, segundo a edição digital do jornal “The Star”.
“Tomamos esta iniciativa sob a bandeira da unidade pela paz (…) O mundo precisa dizer que não pode aceitar a crueldade que está acontecendo no Oriente Médio”, acrescentou Abdullah Badawi.
O primeiro-ministro malaio também expressou sua confiança em que os “Estados Unidos e seus aliados não tentarão impedir que a assembléia geral aconteça”.
“Os Estados Unidos poderiam ter demonstrado ao mundo que é uma superpotência responsável, mas preferiu ignorar a situação e permitiu que Israel faça o que deseje na Palestina”, disse o líder.
“Parece como se Israel quisesse erradicar a Palestina”, acrescentou Abdullah Badawi.
Grupos de muçulmanos na Indonésia, Malásia, Tailândia e outras partes do Sudeste Asiático se manifestaram contra a ofensiva israelense em Gaza.