Menu
Mundo

Mais empregos foram criados do que perdidos com tecnologias como a IA, diz membro do BCE

Integrante do Banco Central Europeu afirma que tecnologia deve transformar perfis profissionais e valorizar habilidades críticas

Redação Jornal de Brasília

17/03/2026 14h49

Foto: INA FASSBENDER / AFP

Foto: INA FASSBENDER / AFP

O integrante do conselho do Banco Central Europeu (BCE), Joachim Nagel, afirmou nesta terça-feira (17) que a inteligência artificial (IA) é um verdadeiro divisor de águas, e que a “história das transformações tecnológicas nos ensina que, em regra, mais empregos foram criados do que perdidos. Em discurso na DHBW Karlsruhe, o também presidente do Bundesbank indicou que análises deste fenômeno também apontam para essa conclusão.

“O trabalho intelectual padronizado está perdendo seu valor intrínseco. Grande parte disso pode ser superado por meio da IA Hoje em dia já conseguimos fazer as coisas mais rápido e mais barato. Isso significa que haverá menos trabalho para as pessoas em geral? Não é algo garantido”, apontou.

“Como resultado, os perfis profissionais mudarão: menos rotina, mais escrutínio, classificação e questionamento crítico. O discernimento se tornará uma competência essencial”, concluiu.

Estadão Conteúdo

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado