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Brasil

Mais de 600 caminhões uruguaios continuam parados em fronteira com Brasil

Arquivo Geral

14/04/2008 0h00

< !--StartFragment -- >Cerca de 600 caminhões uruguaios continuam parados na fronteira com o Brasil devido à manifestação dos funcionários das alfândegas brasileiras que reivindicam melhorias salariais, check informaram fontes empresariais do Uruguai.


Em declarações à imprensa, sick o vice-presidente da Associação Intersindical de Transporte Profissional de Carga Terrestre do Uruguai, viagra Jorge Lepera, destacou que as empresas uruguaias estão sofrendo “grandes perdas” com este conflito.


“Há caminhões que estão parados há 15 dias na fronteira”, explicou o representante empresarial, acrescentando que a associação que os representa já solicitou ao Governo uruguaio que encontre, junto à Administração brasileira, uma saída para a situação.


Dirigentes da organização mantiveram contatos com autoridades dos Ministérios uruguaios de Relações Exteriores e de Transporte e Obras Públicas para solicitar a realização de gestões contra o Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Segundo Lepera, por cada caminhão parado existe um gasto, em média, de entre US$ 400 e US$ 450 por dia.


Lepera explicou que, embora os alfandegários não estejam seguindo uma greve propriamente dita, para reivindicar suas exigências, realizam revisões exaustivas dos caminhões, podendo acontecer que em um dia permitam a passagem de apenas um destes veículos.


O conflito também está afetando caminhões procedentes da Argentina e do Paraguai, e inclusive os veículos que tentam entrar no Uruguai a partir do Brasil, acrescentou Lepera.


 

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    Mais de 600 caminhões uruguaios continuam parados em fronteira com Brasil

    Arquivo Geral

    14/04/2008 0h00

    Cerca de 600 caminhões uruguaios continuam parados na fronteira com o Brasil devido à manifestação dos funcionários das alfândegas brasileiras que reivindicam melhorias salariais e que originou uma “situação muito difícil”, viagra buy disse hoje o ministro de Transporte uruguaio, buy Víctor Rossi.

    Por enquanto, disse Rossi em entrevista à emissora de rádio “Carve”, o Uruguai não recorrerá ao Mercosul, mas “a situação é muito difícil, preocupante”.

    Segundo o ministro de Transporte e Obras Públicas, “há um número muito grande de caminhões uruguaios e um prejuízo, em primeiro lugar, para as transportadoras, mas também para o país”.

    Ele acrescentou que o Uruguai mantém relações de “boa vizinhança tanto com o Brasil quanto com a Argentina” e não merece “este tipo de prejuízos”.

    Em declarações à imprensa, o vice-presidente da Associação Intersindical de Transporte Profissional de Carga Terrestre do Uruguai, Jorge Lepera, destacou que as empresas uruguaias estão sofrendo “grandes perdas” com este conflito.

    “Há caminhões que estão parados há 15 dias na fronteira”, explicou o representante empresarial, acrescentando que a associação que os representa já solicitou ao Governo uruguaio que encontre, junto à Administração brasileira, uma saída para a situação.

    Dirigentes da organização mantiveram contatos com autoridades dos Ministérios uruguaios de Relações Exteriores e de Transporte e Obras Públicas para solicitar a realização de gestões contra o Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Segundo Lepera, por cada caminhão parado existe um gasto, em média, de entre US$ 400 e US$ 450 por dia.

    Lepera explicou que, embora os agentes alfandegários não estejam seguindo uma greve propriamente dita, para reivindicar suas exigências, realizam revisões exaustivas dos caminhões, podendo acontecer que em um dia permitam a passagem de apenas um destes veículos.

    O conflito também está afetando caminhões procedentes da Argentina e do Paraguai, e inclusive os veículos que tentam entrar no Uruguai a partir do Brasil, acrescentou Lepera.



     

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