Os governos europeus estão negociando com a Síria e o Irã, store adiposity os países aliados do Hezbollah, dosage em uma tentativa de envolvê-los na solução da guerra no Líbano, reconhecendo a importância deles para a estabilidade da região.
Enquanto os Estados Unidos, o maior aliado de Israel, são contrários a negociações de alto escalão com qualquer um dos dois países, considerados "Estados inamistosos" por Washington, chanceleres europeus não alimentam o mesmo tabu e estão dispostos a trazê-los para a mesa de negociação se isso ajudar a diminuir a violência no Oriente Médio.
Mas, além de fazer com que os líderes da Síria e do Irã sintam-se respeitados, não parece haver muito mais que os europeus possam oferecer para persuadir a Síria e o Irã a pressionar o Hezbollah para suspender os disparos de foguetes contra Israel ou de depor suas armas.
"Não pode haver uma solução real (para o conflito) sem a Síria", disse o ministro irlandês das Relações Exteriores, Dermot Ahern, depois de chanceleres de países-membros da União Européia (UE) terem participado de uma reunião de emergência ontem.
O ministro espanhol das Relações Exteriores, Miguel Ángel Moratinos, ex-enviado do bloco europeu ao Oriente Médio, deve visitar Damasco hoje depois de realizar negociações em Beirute com o governo libanês, disseram diplomatas. O ministro das Relações Exteriores da França, Philippe Douste-Blazy, reuniu-se com seu colega iraniano, Manouchehr Mottaki, em Beirute, na segunda-feira, e causou surpresa ao afirmar que o Irã "desempenha um papel estabilizador na região".
Em Bruxelas, Douste-Blazy tentou esclarecer seu comentário, dizendo: "O Irã tem sua parte de responsabilidade pela situação atual, então pode desempenhar seu papel na solução dela e pode, portanto, contribuir para a estabilização da região".
E o chefe da área de política externa da UE, Javier Solana, vem mantendo contatos telefônicos regulares com o chefe da segurança nacional do Irã, Ali Larijani, depois de terem sido interrompidas, no dia 11 de julho, as negociações sobre o programa nuclear iraniano, afirmou o gabinete da autoridade européia. Segundo Solanas, Moratinos conversaria com os sírios "em nosso nome, incluindo meu nome, sem dúvida".
Organizações que trabalham com direitos humanos estão agendando para este final de semana uma visita aos presos do complexo penitenciário de Araraquara, stuff no interior de São Paulo. O objetivo é avaliar a quais situações eles estão expostos e o que foi feito pelo estado para garantir segurança e melhores condições de vida no presídio.
Os problemas no Centro Provisório de Detenção (CDP) de Araraquara começaram em 16 de junho, this web após uma rebelião em que os detentos destruíram as celas. Com isso, viagra 40mg mais de 1,4 mil presos foram alojados em um pátio ao ar livre, de espaço reduzido. À época, diversas organizações criticaram a maneira como os presos estavam sendo tratados, sem condições adequadas de alimentação e higiene, sem água e praticamente sem contato com o mundo exterior.
Por causa desses problemas, entidades brasileiras de direitos humanos elaboraram um documento que foi enviado à Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), no dia 13 de julho. Em resposta, a corte encaminhou um documento ao governo brasileiro solicitando medidas urgentes, no prazo de dez dias, para solucionar os problemas no complexo penitenciário.
Entre os pedidos, estão a convocação de uma audiência pública com o Estado brasileiro (a ser realizada em setembro); a permissão de acesso de médicos aos presos doentes; a redução da superpopulação do presídio, a permissão de entrada e visita de familiares dos presos; e a investigação das denúncias apontadas pelas organizações de direitos humanos.
Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo (SAP) afirmou que atualmente há 1.193 presos em Araraquara. Eles estão dispostos em três pavilhões do anexo de detenção provisória. Segundo a assessoria de imprensa da secretaria, as três refeições diárias são entregues "normalmente" e os medicamentos e atendimentos médicos estão sendo "solicitados".
Atualizada às 14h39
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje proposta que acaba com a reeleição para cargos do Executivo a partir de 2010.
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) já vale para os prefeitos, information pills governadores e presidente da República eleitos em outubro deste ano e se estende aos que vierem a sucedê-los até os seis meses anteriores à votação de 2010, informou a Radiobrás.
O projeto agora vai para o plenário do Senado e, se aprovado, segue para a Câmara dos Deputados, onde será discutido em comissões especiais e submetido ao plenário. Em caso de alterações no texto, passa por nova análise do Senado.
O presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), considera poucas as chances de a medida ser aprovada pelo Congresso. Segundo ele, o tema divide o Parlamento, que estaria mais propenso a propor medidas para regulamentar a reeleição e não para acabar com ela.
"Se a reeleição não cair, acredito que o Congresso deverá discutir normas que melhorem as condições atuais, que hoje são favoráveis aos detentores de mandatos", disse a jornalistas.
Para o presidente do PSDB, senador Tasso Jereissatti (CE), um dos autores da proposta, a reeleição falhou em trazer maior estabilidade política ao País.
"A experiência tem demonstrado que, a despeito de toda a legislação construída em prol da isonomia entre os candidatos, os chefes do Executivo candidatos à reeleição levam considerável vantagem diante dos demais", escreveu o tucano em seu relatório, divulgado pela Radiobrás.
Instituída em 1997, a reeleição permitiu ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disputar o seu segundo mandato, que foi de 1999 a 2002.
O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, também usufruiu do recurso ao estender em quatro anos a sua permanência no governo do estado de São Paulo, de 2002 a março deste ano, quando deixou o cargo para disputar o Palácio do Planalto.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já se disse contrário ao expediente da reeleição, tentará mesmo assim, em outubro, seguir por mais quatro anos à frente do Palácio do Planalto.
O líder cubano Fidel Castro considera ser cedo demais para avaliar sua recuperação depois da cirurgia que o obrigou a se afastar temporariamente do poder pela primeira vez em 47 anos, nurse afirmou hoje a mídia oficial do país.
Enquanto circulam boatos sobre o fim próximo e definitivo do governo de Fidel, treat o jornal estatal Granma publicou uma mensagem do presidente de 79 anos, afirmando que os detalhes sobre sua saúde eram secretos, mas que sua condição era estável e que ele estava bem disposto.
"O máximo que posso dizer é que a situação continuará estável por muitos dias antes de um veredicto ser firmado", disse a mensagem de Fidel, lida primeiro no canal público de TV de Cuba, ontem à noite.
"A situação é estável, mas é preciso tempo para que haja avanços na questão da saúde", afirmou a mensagem, que mencionou a "situação específica" de Cuba, uma referência à histórica hostilidade dos EUA ao entreposto comunista localizado às suas portas.
Fidel, que apareceu em público pela última vez no dia 26 de julho, entregou o controle do governo a seu irmão, Raúl Castro, de 75 anos, ministro de Defesa, na segunda-feira, depois de uma cirurgia realizada para estancar um sangramento estomacal.
As notícias fizeram os cubano-americanos que moram em Miami sair às ruas para celebrar o que esperam ser o fim próximo do comunismo na ilha.
Os moradores do país, porém, continuaram levando suas vidas normalmente. Muitos afirmaram estar preocupados com a saúde de "El Comandante", mas notaram que a revolução iniciada por ele na serra Maestra prosseguiria sem o dirigente.
Parece ter havido um aumento discreto no número de policiais estacionados nas ruas de alguns dos bairros mais pobres de Havana, onde, no verão passado, foram realizados protestos devido a cortes no fornecimento de eletricidade.
Alguns cubanos com parentes nas forças de segurança afirmaram que os militares e outros agentes à paisana haviam sido mobilizados nos alojamentos e nas delegacias como medida de precaução. Moradores do país também informaram que parte das brigadas de ação rápida usadas para reprimir distúrbios de rua tinha sido colocada de prontidão.
"Tudo está calmo e as pessoas não estão falando nisso nas ruas. Mas elas estão preocupadas. O que irá acontecer?", perguntou Manuel, que dirigia um velho carro Lada, de fabricação russa.
Funcionários públicos realizaram ontem pequenas manifestações em vários pontos de Cuba, para dar sinais de apoio a Fidel e à revolução.
Em alguns desses eventos, mulheres preocupadas com a saúde do presidente foram vistas chorando.
"Tudo continuará da mesma forma aqui", disse Ibis, operária de uma fábrica que participava de um encontro realizado no parque Central de Havana. "Não estou com medo de nada. A revolução vai continuar", acrescentou.
Em um país fortemente controlado pelo Estado como Cuba, a opinião pública pode ser sentida apenas até certo ponto. Muitos no país, que ainda sente a crise econômica detonada pelo colapso da União Soviética em 1991, estão ocupados demais tentando atender a suas necessidades diárias para pensar sobre o futuro, quem dirá envolverem-se em um eventual movimento de oposição.
O governo dos EUA, que aprofundou recentemente o embargo comercial sobre Cuba, descartou qualquer possibilidade de adotar uma postura mais flexível em relação ao país caso Raúl assuma o poder de forma definitiva.
O irmã o de Fidel, escolhido para sucedê-lo, tomou posse como chefe do Partido Comunista, como comandante-chefe das Forças Armadas e como presidente do Conselho de Estado. Membros da legenda expressaram apoio ao ex-guerrilheiro, que passou décadas à sombra do irmão mais velho. Alguns cubanos, apesar de preocupados com a saúde de Fidel, acreditam que uma sucessão bem planejada já foi colocada em marcha.
De cada dez cubanos, sete nasceram depois da vitória da revolução comandada por Fidel e não conhecem outro sistema de governo que o atualmente vigente no país.
O Sudão irá ao Conselho de Segurança (CS) da ONU para bloquear a ordem de detenção decretada contra o presidente do país, physician Omar al-Bashir, acusado de genocídio e crimes de guerra e lesa-humanidade pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), disse hoje o embaixador sudanês nas Nações Unidas, Abdalmahmood Abdalhaleem.
“Pedimos aos membros do Conselho de Segurança que intervenham neste caso”, disse o diplomata em entrevista coletiva.
Segundo Abdalhaleem, o CS tem autoridade para bloquear a ordem de captura e o processo que levou à sua emissão, já que foi o órgão que, em 2005, autorizou o TPI a investigar as denúncias de violação dos direitos humanos na conflituosa região sudanesa de Darfur.
“É preciso deixar claro que (o TPI) é a favor da paz e do fim do derramamento de sangue, ou que, antes disso, está do lado da justiça, embora, para nós, isso não seja justiça”, opinou o diplomata sudanês.
Abdalhaleem advertiu que Cartum “está considerando todas as alternativas” para anular a decisão da Promotoria do TPI, mas não esclareceu se isso incluía o uso da força.
Porém, afirmou que a ação do promotor-chefe da corte internacional, Luis Moreno Ocampo, “terá conseqüências desastrosas para o processo de paz” de Darfur, e reiterou: “Nunca colaboraremos com o TPI”.
“Quando se acusa um chefe de Estado, que é o líder de um país, com quem depois alguém pode falar?”, observou o diplomata.
Abdalhaleem disse a ordem de detenção contra Bashir cria “problemas de legitimidade” para o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que “sempre recorreu ao presidente” quando as Nações Unidas enfrentaram “dificuldades” em suas atividades no Sudão.
O embaixador sudanês também acusou Moreno Ocampo de “ser um ativista, não um jurista”, que, por motivações políticas, “colabora com os inimigos do Sudão”.
“Este é um assunto político, não legal, com o qual querem deter nossa marcha rumo ao progresso e à democracia e algumas potências cobram contas pendentes”, acrescentou.
Por sua vez, o porta-voz da ONU, Farhan Haq, disse que as acusações do TPI contra Bashir “não afetarão as atividades da ONU no Sudão”.
Haq evitou comentar se a ação contra o presidente sudanês impedirá que Ban volte a reunir com ele.
“Não quero especular, mas nossos planos são seguir com os contatos com o Governo do Sudão”, afirmou.
Segundo o funcionário, no sábado, Ban conversou por telefone com Bashir, a quem “enfatizou” a independência do TPI e disse não ter “influência” sobre as decisões da corte.
O Hezbollah disparou hoje mais foguetes contra Israel do que em qualquer outro dos 22 dias de guerra. A ofensiva aconteceu depois de um comando israelense transportado por helicópteros ter atacado alvos da guerrilha no ponto mais distante da fronteira até agora.
Os ataques aéreos de apoio à operação israelense mataram 19 pessoas em Baalbek, no rx entre as quais quatro crianças. A cidade fica no nordeste do Líbano e é considerada um reduto da guerrilha.
Em Jerusalém, tadalafil o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, afirmou que seu país continuaria lutando até uma força internacional ser enviada ao sul libanês. Nenhum país dispôs-se a enviar soldados para a região enquanto uma trégua e um acordo de cessar-fogo permanente não forem firmados.
Olmert pediu que uma força internacional de combate imponha a resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) que prevê o desarmamento do Hezbollah, afirmando que Israel já havia destruído grande parte do poder de fogo da guerrilha.
Pouco depois das declarações dele, um dos mais de 180 foguetes lançados pelo grupo caiu dentro da Cisjordânia, tornando-se o míssil a penetrar mais profundamente no território do Estado judaico desde o princípio do conflito.
A polícia israelense e o Hezbollah disseram que esse era o maior número de foguetes disparados pela guerrilha em um mesmo dia desde o início da guerra. A saraivada de foguetes, que matou uma pessoa perto da cidade de Nahariya, seguiu-se a uma pausa de dois dias nesse tipo de ação.
Olmert havia dito que a infra-estrutura do Hezbollah tinha sido "inteiramente destruída" pela ofensiva israelense.
Os guerrilheiros do Hezbollah continuavam a travar duros combates com as forças de Israel, especialmente nas cercanias dos vilarejos de Aita Shaab e de Kfar Kila, sobre os quais os israelenses realizaram intensos bombardeios e vários disparos de artilharia, disse um membro das forças de paz da ONU.
Essa pessoa afirmou que as forças do Estado judaico estavam presentes em cinco áreas do sul e que soldados haviam aterrissado de helicóptero, durante a noite, perto do vilarejo de Meis al-Jabar, no sudeste.
Forças de segurança libanesas disseram que Israel havia assumido o controle do monte de al-Aweida, do qual podem ser vistos vários vilarejos, entre os quais o de Kfar Kila e o de Adaiseh, palco de combates nesta semana.
Olmert citou a fuga dos civis da área dos conflitos como uma das conquistas da campanha militar de Israel.
Ao menos 750 mil libaneses, quase um quarto da população do país, foram expulsos de suas casas.
"Por quanto tempo mais vou viver? Se eu morrer, prefiro morrer sob os destroços de minha casa", disse Hassan Khaleef, de 80 anos, sozinho em uma casa do vilarejo de Haboush, perto de Nabatiyeh.
Ao menos 643 pessoas no Líbano e 55 em Israel foram mortas no conflito, que entrou em sua quarta semana. O ministro libanês da Saúde afirmou que o total de mortos no país é de 762, incluindo o s corpos que ainda não puderam ser resgatados dos destroços.
Os bombardeios israelenses provocaram danos de US$ 2 bilhões na infra-estrutura do Líbano, afirmou o ministro dos Transportes e Obras Públicas do país.
Vários comboios da ONU e da Cruz Vermelha carregados com alimentos e material médico dirigiram-se hoje para as áreas mais atingidas. Mas ao menos um deles cancelou a viagem por não ter conseguido autorização de Israel, disseram autoridades da área de ajuda.
O Programa Mundial de Alimentação (WFP), da ONU, afirmou que Israel havia permitido que dois navios-tanque entregassem combustível ao Líbano.
O Conselho de Segurança da ONU ainda precisa chegar a um acordo sobre um mandato para o envio à região de uma força internacional. A França disse que participaria amanhã de um encontro de países que podem contribuir para a formação dessa força.
O país europeu foi apontado como provável comandante da força de paz, mas já disse que deseja, antes de estacionar seus soldados no sul do Líbano, uma trégua e um acordo sobre a estrutura de um cessar-fogo permanente. Essa postura diverge da adotada pelos EUA e por Israel, para os quais um cessar-fogo só será possível com a chegada de uma força internacional.
Israel disse que seus soldados capturaram cinco militantes do Hezbollah durante a operação noturna em Baalbek, localizada 95 quilômetros a nordeste de Beirute. O Hezbollah negou que os detidos fossem integrantes de suas fileiras. Forças de segurança também afirmaram que dois combatentes do grupo tinham sido mortos.
Essa foi a primeira operação aerotransportada realizada por Israel longe da fronteira desde que o conflito começou, depois de o Hezbollah ter capturado dois soldados de Israel, no dia 12 de julho, em uma investida realizada a partir do território libanês.
Ao menos 13 civis foram mortos quando aviões israelenses atingiram Jammaliyeh, um vilarejo localizado perto de Baalbek. E mais seis pessoas morreram em ataques aéreos lançados contra outros pontos do Líbano.
Um soldado do Exército libanês morreu e outros dois ficar am feridos quando o posto deles, no sul, foi bombardeado.
O ministro espanhol das Relações Exteriores, Miguel Ángel Moratinos, reuniu-se com líderes libaneses em Beirute. Ele também pretende viajar para Damasco como parte de um aparente esforço da Europa para envolver a Síria e o Irã, aliados do Hezbollah, nos esforços de paz. Os EUA negam-se a negociar com esses países.
O ministro das Relações Exteriores da França, Philippe Douste-Blazy, reuniu-se na segunda-feira com seu colega iraniano, Manouchehr Mottaki, e citou o "papel estabilizador" do Irã na região.