A polícia do Iraque encontrou, medical approved em Bagdá, no rx 50 corpos com marcas de bala. A informação foi dilvugada hoje por um membro do Ministério do Interior do país, um dia depois que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, afirmou que a crise enfrentada pelo país árabe era pior do que uma guerra civil.
Esquadrões da morte sectários transformaram a capital iraquiana em um mar de sangue. Muitos dos corpos achados tinham os membros amarrados e apresentavam sinais de tortura.
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, deve receber um dos líderes mais poderosos da maioria xiita do Iraque, Abdul Aziz al-Hakim, que nega as acusações de que seus aliados estariam entre os responsáveis pelos assassinatos.
A ida de Hakim até a Casa Branca é vista por alguns como sinal de que Bush está se envolvendo mais profundamente no jogo político iraquiano em meio aos esforços para criar um plano capaz de estabilizar o Iraque e permitir aos norte-americanos saírem dali.
O movimento Sciri, de Hakim, mantém muitos laços com inimigos dos EUA no Irã, um país xiita onde aquele partido foi fundado. Bush também deve se reunir, neste mês, com o vice-presidente do Iraque, que é sunita.
Na semana passada, o presidente dos EUA encontrou-se com o primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, e deu garantias de que o apoiava.
Os dois concordaram em acelerar o programa de treinamento das forças iraquianas, forças essas que, segundo Maliki, poderiam estar à frente da área de segurança do país a partir de junho.
Dois anos antes do final do seu mandato e depois de ter visto seu partido, o Republicano, perder as eleições legislativas de novembro, Bush deve avaliar as propostas a serem feitas na quarta-feira pelo Grupo de Estudo do Iraque, uma entidade bipartidária comandada pelo ex-secretário de Estado James Baker.
Quase 2,9 mil soldados norte-americanos foram mortos no Iraque desde a invasão do país, em março de 2003.