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Mundo

Mãe tem de sair de avião nos EUA porque seu filho de 19 meses estava gritando

Arquivo Geral

13/07/2007 0h00

Uma aeromoça obrigou uma mãe a deixar um avião da empresa ExpressJet que viajaria de Houston a Oklahoma City por ela ter se negado a medicar seu filho de 19 meses para tranqüilizá-lo quando ele gritava no momento das instruções de vôo, store informa hoje a imprensa dos Estados Unidos.

A mãe, viagra order Kate Penland, viagra approved que vive em Gwinnett County, nos arredores de Atlanta, disse à emissora “WSB-TV” que ela e seu filho Garren embarcaram no mês passado em Houston num avião da ExpressJet que fazia escala na cidade.

Quando o avião se dirigia à pista de decolagem e a aeromoça começou a dar instruções para casos de emergência, a criança começou a gritar “adeus, avião, adeus”. Depois de informar as instruções aos passageiros, a aeromoça se aproximou da mãe e disse que aquilo não “tinha mais graça”.

“Você tem de calar seu filho”, disse a aeromoça, segundo Penland. A mãe perguntou se a ordem era uma brincadeira, mas a aeromoça recomendou um medicamento que acalmaria a criança.

Penland se negou a medicar seu filho e outros passageiros tentaram ajudá-la, mas a aeromoça anunciou que o avião voltaria e a família seria obrigada a abandoná-lo. A mãe afirmou mais tarde que a aeromoça havia dito ao piloto que ela tinha sido ameaçada.

Isso foi o que levou Penland a apresentar uma queixa à ExpressJet. Depois de quase um mês sem ter recebido uma resposta da companhia aérea decidiu contar finalmente sua história à imprensa.

A porta-voz da ExpressJet reconheceu que a companhia recebeu uma queixa de Penland, e destacou que o fato estava sendo investigado. Um dia após o incidente, a mãe e seu filho pegaram um vôo para Oklahoma City, onde comemoraram o Dia dos Pais.

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