A mãe da ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt, viagra que está em poder das Farc desde 2002, troche pediu ao presidente da Guatemala, story Álvaro Colom, que apóie o movimento internacional para conseguir a libertação de sua filha.
Yolanda Pulecio, mãe de Betancourt e ex-embaixadora da Colômbia na Guatemala, afirmou em entrevista publicada hoje pelo jornal local “Prensa Libre” que “é necessário um apoio muito grande dos Governos” para conseguir a libertação de sua filha.
A ex-candidata presidencial é mantida em cativeiro pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) desde 23 de fevereiro de 2002.
“Eu peço ao senhor presidente da Guatemala que nos dê seu apoio. Pedi à embaixada (da Guatemala em Bogotá), pois achei que ele (Colom) viria à Colômbia, e queria ter a oportunidade de lhe falar e lhe pedir apoio para que se manifeste a respeito da libertação da minha filha”, declarou Pulecio.
A mãe de Betancourt, que representou seu país na Guatemala entre 1991 e 1993 e que integrou o grupo de países amigos do processo de paz, disse que pede apoio ao governante confiante de que “talvez o presidente (Álvaro) Uribe ouça ele (Colom)”.
Pulecio assinalou que conta com o apoio solidário do presidente venezuelano, Hugo Chávez, mas revelou que para conseguir a libertação de sua filha “é necessário convencer a guerrilha e buscar a ajuda do presidente Uribe, mas é muito difícil, infelizmente”.
“Seria um milagre. Não faço outra coisa além de rezar. Tenho muita fé em Deus e isto é o que me ajudou a continuar vivendo”, afirmou.
O ex-senador colombiano Luis Eladio Pérez, liberado pelas Farc em fevereiro, disse no dia 7 de maio em Paris que acredita que a guerrilha libertará “muito rapidamente” Betancourt, pois quer sair da lista européia de organizações terroristas e obter um status de “beligerante”.
“Ingrid sairá muito rapidamente, pois agora as Farc têm pressa”, afirmou o ex-refém à revista francesa “VSD”.