Em menos de 24 horas foram registradas seis mortes, visit this site nurse incluindo a do policial militar Maurício Martins.
Em Brazlândia, try prescription a secretária Katiany Furtado de Almeida Branco, salve 28 anos, foi assassinada com uma facada no coração por Ildete Roza Barbosa, 33 anos. A briga foi provocada pela disputa do porteiro Erisvaldo Ferreira Dias, 42 anos. Ele havia deixado Ildete, com quem tem uma filha, para ficar com Katiany. Ontem, os dois brigaram e ele voltou para a casa da ex-mulher. A secretária foi tomar satisfação e as duas brigaram.
Outro assassinato foi o de Gerson dos Santos Silva, 17 anos, atingido por um projétil de arma e fogo, por volta das 04h55 de ontem, na QNQ 02, conjunto 10, em Ceilândia Norte. A vítima morreu no local e a 19ª DP (Ceilândia Norte) investiga o crime.
Às 7h, um homem foi encontrado morto de bruços na QNG 20, lote 23, Taguatinga Norte. A vítima, ainda não identificada, levou três tiros com arma de fogo. O homem, de cor parda, cabelos escuros e curtos, aparenta ter 25 anos. As pistas para identificação são várias tatuagens espalhadas pelo corpo. Um palhaço com uma arma de fogo desenhado nas costas, um boneco do Chuck no braço esquerdo, as iniciais LAB na mão direita e uma letra oriental no pulso esquerdo. O corpo está no Instituto Médico Legal para ser identificado.
No Paranoá, Wellington Rodrigues Moreira, 22 anos, morreu vítima de vários tiros. O crime ocorreu por volta das 13h30, na quadra 2 conjunto M, em Itapoã. Policiais trabalham com a hipótese de acerto de contas entre os assassinos.
Rivalidade entre gangues é a possível causa da morte do ajudante de pedreiro Severino Ferreira Neto, 25 anos. Ele levou um tiro abaixo da axila, que perfurou o coração. Policiais da 27ª DP (Recanto das Emas) que investigam o caso, receberam denúncia anônima do possível autor do crime, mas ele se encontra foragido.
Atualizada às 9h13
Um homem-bomba palestino matou hoje pelo menos três pessoas em uma padaria no centro turístico israelense de Eilat, decease no Mar Vermelho, advice disse a polícia. Esse é o primeiro ataque do tipo contra Israel em nove meses. Os grupos Jihad Islâmica, Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa – parte do movimento Fatah, do presidente Mahmoud Abbas – e o desconhecido "Exército de Crentes" assumiram responsabilidade pela explosão.
A cidade de Eilat, no extremo norte do Mar Vermelho, é um centro turístico visitado por israelenses e estrangeiros. O local quase não sofreu com a violência durante os mais de seis anos de levante palestino. A explosão aconteceu em uma área residencial, longe da zona de hotéis na praia.
"Foi um ataque suicida e o homem-bomba é um dos mortos. Ele aparentemente entrou com uma sacola, ou com um cinto com explosivos, e explodiu-se na loja", disse um policial de Eilat à Rádio do Exército. Testemunhas entrevistadas por estações de rádio israelenses disseram que partes de corpos ficaram espalhadas pela padaria. Os pães, ainda em bandejas, continuaram na porta do local enquanto ambulâncias e policiais chegavam à área residencial.
De início, a polícia havia dito que a explosão fora causada por um vazamento de gás. "Eu abri a janela e toda a minha casa sacudiu com a explosão", disse uma moradora da cidade, identificada apenas como Shosh, ao site Ynet. "Foi muito perto, estou tremendo".
Khaled al-Batsh, líder da Jihad Islâmica, disse que o ataque foi "uma resposta natural aos contínuos crimes do inimigo sionista". A Jihad Islâmica não faz parte do cessar-fogo acertado em novembro entre Israel e grupos militantes de Gaza, e exige que a trégua envolva também a Cisjordânia ocupada, onde forças de Israel costumam agir para prender homens armados.
O último ataque suicida palestino em Israel foi em 17 de abril de 2006. Na ocasião, 11 pessoas morreram em frente a um restaurante de Tel Aviv. A Jihad Islâmica assumiu a responsabilidade.
Palestinos continuavam trocando tiros em Gaza hoje, troche pelo quinto dia consecutivo, dosage depois que Fatah e Hamas concordaram com a oferta saudita de negociações na cidade sagrada de Meca para tentar acabar com a luta interna.
Um militante do Hamas foi morto a tiros no conflito, disseram autoridades médicas. A morte elevou para 27 o número de vítimas fatais desde quinta-feira, em batalhas entre o grupo islâmico e o Fatah, facção do presidente Mahmoud Abbas.
Um escritório do Fatah e a casa de um dirigente do grupo foram atacados com bombas e a central do Serviço de Segurança Preventiva em Gaza, dominado pelo Fatah, foi atingida por morteiros. Os ataques provocaram danos, mas não deixaram vítimas. Militantes do Hamas também seqüestraram dois membros do Fatah, incluindo um comandante local, disseram dirigentes do Fatah.
A violência provocou a fuga de algumas famílias que moram perto dos locais de combate, no território estreito onde vivem 1,5 milhão de palestinos. Muitos pais não deixam os filhos ficarem perto das janelas por medo da ação de franco-atiradores.
Os combates, que eram esporádicos desde que o Hamas venceu o Fatah na eleição parlamentar de janeiro do ano passado, prejudicaram as negociações entre os grupos. No domingo, a Arábia Saudita convidou as duas facções rivais para negociações urgentes em Meca. Os dois lados concordaram em participar, mas não foi marcada uma data.
Ao todo, 57 palestinos morreram nos conflitos desde que Abbas, que é moderado, convocou eleições antecipadas, no mês passado, depois do fracasso dos debates com o Hamas para a formação de um governo de união. O Hamas afirma que a ação de Abbas é um golpe.
O Hamas vem enfrentando dificuldades para governar sob o peso das sanções impostas com apoio dos EUA por recusar-se a reconhecer Israel, renunciar à violência e aceitar os acordos de paz interinos.