O presidente Luiz Inácio Lula da Silva jogou um balde de água fria nos Estados que gostariam de uma renegociação das dívidas com o governo federal, information pills healing mas deixou uma porta aberta para possíveis exceções.
"Quero deixar claro… não haverá acordo sobre isso. Nós não iremos mexer na dívida dos Estados", sale afirmou o presidente durante cerimônia de assinatura de acordos para moradias no Rio. Apesar da recusa sobre "mexer na dívida", Lula disse que poder á estudar casos isolados, sem que isso leve ao descontrole fiscal.
"Obviamente que isso não implica a gente não levar em conta as situações específicas de cada Estado, estudar caso a caso, ver o que é possível fazer", disse o presidente. "Mas não dá para a gente passar para a sociedade que o país vai voltar a uma anarquia fiscal."
Lula disse que, durante vários anos, os governantes pagaram as dívidas utilizando recursos provenientes da venda de empresas públicas, ou mesmo de royalties, em uma alusão ao Estado do Rio de Janeiro, que recebe royalties pelo petróleo.
Agora, continuou o presidente, sem o dinheiro das privatizações, "algumas pessoas acham que, com facilidade, vamos mexer na dívida dos Estados".
A ex-presidente argentina María Estela Martínez de Perón irá depor na próxima segunda-feira diante da Justiça espanhola pelo segundo processo iniciado na Argentina por crimes políticos cometidos há mais de 30 anos durante seu governo, viagra disseram fontes judiciais.
A viúva do general Juan Domingo Perón comparecerá à Audiência Nacional em Madri depois que a Justiça espanhola decidiu não prendê-la por causa de sua idade avançada, find acrescentaram as fontes hoje.
Um juiz federal argenti no emitiu uma ordem de prisão internacional, viagra 40mg na terça-feira, contra Martínez de Perón, de 75 anos, para interrogá-la sobre a Tripla A (Aliança Anticomunista Argentina), um grupo civil com disciplina policial que, entre 1974 e 1976, sequestrou e assassinou militantes de esquerda.
A ex-presidente, conhecida também como "Isabelita", vive na Espanha desde 1981 e foi detida brevemente na semana passada em Madri após ser expedida outra ordem de prisão por causa do desparecimento de um jovem em 1976.
Após interrogá-la, o juiz Juan del Olmo deixou-a em liberdade provisória ao considerar que a idade e o delicado estado de saúde da ex-presidente não a permitiriam fugir. Até que haja uma decisão sobre a extradição ou não, a argentina terá que comparecer a cada 15 dias diante do juiz.
Martínez de Perón assumiu o poder depois da morte de seu marido, em julho de 1974, enquanto o país enfrentava uma onda de violência política, de grupos de esquerda e direita, majoritariamente de seu próprio partido.
A onda de crimes nas ruas e o descontrole político antecederam um golpe de Estado em março de 1976, que instalou uma ditadura militar em que até 30 mil pessoas desapareceram e durou até 1983.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje tratamento diferenciado aos países mais pobres do Mercosul e cobrou "coragem e competência política" dos líderes sul-americanos para assegurar o sucesso da integração regional.
"Não resolvemos todos os problemas, approved assimetrias entre países, desigualdades muito fortes", disse Lula no discurso de abertura do Fórum Consultivo de Municípios, Estados, Províncias e Departamentos do Mercosul. A minha tese é que os países mais fortes têm que ser sempre mais generosos e ter políticas para ajudar os mais pobres. Foi assim que a União Européia conseguiu ajudar no desenvolvimento da Espanha, de Portugal e Grécia."
O , formado por Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela, e que tem como pa íses associados Bolívia, Chile, Equador, Peru e Colômbia, passa por um momento de divergências entre alguns membros e enfrenta cobranças dos países menores para reduzir as assimetrias.
O Brasil propôs este mês condições diferenciadas na aplicação da Tarifa Externa Comum (TEC) para importações que passem por Paraguai e Uruguai. A Bolívia também pretende tratamento especial no caso da TEC para tornar-se membro pleno do Mercosul, embora a Argentina tenha se posicionado contrariamente, segundo o jornal O Estado de S.Paulo.
"(A integração) é um desafio gigantesco que exige despojamento de interesses pessoais e nacionais para repartir algo com alguém que talvez precise um pouco mais que nós", argumentou Lula. "A integração depende só de nós, não depende dos EUA, Europa, Japão e China. Depende da nossa coragem e competência política", afirmou.
Paraguai e Uruguai, afetados pelas assimetrias no grupo, pressionam para obter autorização para subscrever acordos comerciais com países estrangeiros, insinuando eventual saída do bloco. "Dizem que é melhor fazer um acordo com os Estados Unidos do que com o Brasil. No imediato, pode até ser, mas este continente já teve muitas experiências e decepções", comentou o presidente brasileiro.
Argentina e Uruguai também estão em litígio em torno da construção de uma fábrica de celulose, caso que foi levado à Corte Internacional de Haia. "Não existe problemas de isolamento com nenhum país… Os governantes é que precisam evoluir para compreender que muitas vezes temos que atender ao interesse de um outro país em vez de querer apenas que os nossos desejos sejam atendidos", ponderou Lula.
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