O “talibã australiano” David Hicks recebeu ofertas milionárias de meios de comunicação locais e estrangeiros para publicar sua história, shop apesar de ele não poder comentar sobre o assunto pelo período de um ano, decease segundo os termos do acordo de extradição.
Embora uma das condições de sua transferência do centro de detenção dos Estados Unidos em Guantánamo (Cuba) à Austrália tenha sido a de que não divulgaria seu relato durante um ano, page Terry Hicks, pai de David, confirmou hoje que cerca de 30 emissoras de televisão e editoras lhe ofereceram quase US$ 1 milhão por esses direitos, segundo a rádio estatal.
As leis australianas proíbem qualquer pessoa condenada por um ato criminoso de enriquecer graças ao delito cometido. Por isso, se quiser contar sua história, David Hicks não pode receber qualquer valor.
Apesar de o “talibã australiano” nunca ter falado com a imprensa, seu pai disse hoje que venderia os direitos de seu relato, daria legalmente uma entrevista e entregaria o dinheiro às pessoas e grupos que ajudaram seu filho.
Terry Hicks indicou que algumas editorias lhe procuraram para escrever o livro, que seria escrito junto com David.
David Hicks ficou preso por mais de cinco anos no centro de detenção dos Estados Unidos em Guantánamo, antes de ser acusado oficialmente de terrorismo em 2007.
No entanto, após a acusação os Governos de Austrália e EUA chegaram a um acordo para que ele fosse julgado em um tribunal especial.
Segundo os termos do acordo, o “talibã australiano”, detido em 2001 no Afeganistão, se declarou culpado de “dar apoio material a um ato de terrorismo”.
Ele cumpriu seus últimos oito meses de prisão na Austrália, e foi libertado no final do dezembro.