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Mundo

<i>Exército Mehdi</i> e Exército iraquiano travam duros combates em Basra

Arquivo Geral

25/03/2008 0h00

A milícia xiita “Exército Mehdi”, visit leal ao clérigo radical Moqtada al-Sadr, clinic e tropas iraquianas travam hoje os mais duros combates em vários meses nas ruas da cidade de Basra, link informaram hoje à Agência Efe fontes policiais.


Segundo as fontes, foi imposto um toque de recolher de 24 horas, enquanto os militares e as forças de segurança do Governo iraquiano levantam barreiras em alguns distritos da cidade, a segunda maior do Iraque e situada 550 quilômetros ao sul de Bagdá.


“Há grandes colunas de fumaça preta sobre Basra que podem ser vistas de diferentes partes, e é possível ouvir os tiroteios por toda a cidade”, disse à Efe por telefone de Basra uma fonte policial que pediu para não ser identificada.


“Estão sendo usados nos combates morteiros, metralhadoras pesadas e bazucas, e milhares de soldados e milicianos estão se enfrentando”, acrescentou a fonte.


Um jornalista contatado pela Efe desde Bagdá informou que as tropas iraquianas cercaram distritos no centro de Basra que são considerados fortificações do “Exército Mehdi”.


Os milicianos leais ao Moqtada al-Sadr começaram ontem uma campanha de desobediência civil para protestar contra o Governo do primeiro-ministro, Nouri al-Maliki, de quem exigem uma resposta a suas reivindicações pelo que consideram maus-tratos a sua milícia.


O porta-voz do escritório de Muqtada em Basra Ahmed al-Ali acusou hoje Maliki de buscar a destruição do “Exército Mehdi”, em entrevista à “Al Jazira”.


Segundo as fontes policiais, a Divisão 14 do Exército iraquiano, com base norte de Basra, sofreu um ataque, aparentemente, perpetrado pela milícia de Moqtada al-Sadr.


A explosão da violência durante a noite passada coincidiu com uma visita de Maliki para avaliar a situação da segurança nesta rica cidade, que exporta 90% do petróleo que se produz no país.

Os motivos que originaram os combates são desconhecidos, mas policiais citados pela televisão iraquiana afirmam que a violência começou depois de Maliki ordenar que suas forças “limpem” a cidade de elementos criminosos e foras da lei.


 

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