“Temos grande confiança na dignidade dos povos e sabemos que este debate chegou ao coração das pessoas, que sabem onde está a verdade e a dignidade”, disse Maduro à imprensa.
“A Venezuela sempre exerceu o direito legítimo de defesa contra a campanha permanente de ataques contra o processo bolivariano. Nos reservamos o direito de defesa permanente da verdade e da dignidade de nosso país”, reiterou Maduro sobre o incidente na cúpula de Santiago.
Na sua opinião, “a Venezuela independente e produtiva vive um momento de grandes relações de cooperação com países de diversas regiões, seja na América Latina ou na China, e o episódio do Chile deixa clara a posição de defesa de nossa dignidade, de respeito a nosso povo e Chefe de Estado”.
Maduro está em visita oficial à China, onde se reuniu hoje com seu colega, Yang Jiechi, e com o diretor de Relações Internacionais do Partido Comunista da China (PCCh), Wang Jia Hui; o vice-ministro do Conselho de Estado para a luta contra a pobreza, Wang Guoliang; e Li Changchun, membro do Politburo do PCCh.
Para o chanceler, ficou evidente em todas as reuniões a vontade de Pequim e Caracas de ampliar e elevar de nível a frutífera associação estratégica entre os dois países, expressada desde o começo por Chávez e pelo presidente da China, Hu Jintao.