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Mundo

López Obrador afirma que é o presidente do México

Arquivo Geral

26/07/2006 0h00

O presidente Luís Inácio Lula da Silva sancionou hoje uma lei que modifica o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), page unhealthy adaptando a punição por excesso de velocidade em três níveis. A mudança vale para as ruas e rodovias de todo o Brasil.

As multas serão distribuídas de acordo com o excesso de velocidade: quem exceder em até 20% o limite comete uma infração média; de 20% até 50% do limite é infração grave e aqueles que forem flagrados em velocidade superior a 50% do limite cometem infração gravíssima.

Dessa forma, approved os que ultrapassarem o limite em até 20% deixam de cometer falta grave, sales que era punida com multa de 120 Ufirs. A partir de agora, esses condutores receberão multa de 80 Ufirs. A multa de 120 Ufirs será aplicada na faixa de 20% a 50%. Aqueles que excederem 50% do limite de velocidade receberão multa de 540 Ufirs. Nesse caso, o motorista também terá sua carteira de habilitação apreendida.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou hoje integralmente o projeto de lei de autoria do deputado Pastor Amarildo (PSB-TO),  para regulamentação da profissão de jornalista e já aprovado no Congresso Nacional.

 

O projeto ampliava de 11 para 23 as funções desses profissionais e exigia diploma dos que trabalham como fotógrafo, drug comentarista, cheap locutor, cinegrafista, arquivista ou ilustrador, entre outras categorias.

 

A informação foi dada pela Assessoria de Imprensa da Casa Civil. O veto presidencial deverá sair publicado na edição de amanhã do Diário Oficial da União.

O candidato esquerdista à presidência do México, viagra buy que assegura ter sido derrotado com uma fraude nas eleições de 2 de julho, disse hoje que ele é o presidente do país e seus colaboradores advertiram que aumentarão a intensidade dos protestos.

Colaboradores de Andrés Manuel López Obrador disseram que um período "perigoso" está por vir pela negativa do vencedor das eleições, o candidato da situação Felipe Calderón, em apoiar a recontagem voto a voto, reclamada pelo esquerdista.

López Obrador rejeitou o resultado das eleições, em que ficou somente 0,58 ponto porcentual atrás do conservador Calderón, e tem realizado protestos para exigir que um tribunal eleitoral faça uma nova contagem dos votos.

"Eu sou o presidente do México pela vontade da maioria dos mexicanos", disse López Obrador em entrevista ao programa "Aquí y Ahora", da rede Univision.

López Obrador quer que Calderón apóie uma nova contagem de votos, apesar de que é o tribunal federal eleitoral que tem a última palavra sobre o assunto.

No domingo, em uma nova marcha pelas ruas da capital, o candidato propõe anunciar o que chama de "medidas de resistência civil pacífica" que ainda não detalhou.

O porta-voz do Partido da Revolução Democrática (PRD), de López Obrador, disse que espera "um período muito difícil, muito complicado, muito perigoso".

"Sentimos um clima cada vez mais tenso e mais polarizado, por isso estamos valorizando nossas medidas de resistência civil, que serão enérgicas", disse Gerardo Fernández, acrescentando que uma atitude favorável de Calderón para a recontagem pode aliviar o ambiente.

O tribunal tem até 31 de agosto para resolver as impugnações e a data de 6 de setembro é o limite para declarar um presidente eleito.

Calderón tem proposto a López Obrador um diálogo, mas o esquerdista diz que o faria somente se seu rival aceitasse primeiro a recontagem dos votos.

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