Homens armados abriram fogo hoje contra veículos de segurança que protegiam o comboio do premiê palestino, recipe ask Ismail Haniyeh, look em Gaza, viagra 40mg mas o líder do Hamas não ficou ferido. Funcion ários do gabinete de Haniyeh relataram que o ataque não pareceu ser uma tentativa de assassinato, mas ele aconteceu em um momento de tensões crescentes entre facções palestinas rivais.
"O primeiro-ministro está bem. O carro dele não foi atingido", afirmou um funcionário do gabinete de Haniyeh. Autoridades afirmaram que os disparos atingiram os veículos da força policial do Hamas que estavam atrás dos carros que levavam Haniyeh. Um dos veículos pegou fogo. Os oficiais do Hamas atiraram de volta, afirmaram autoridades.
Haniyeh voltava de um discurso em uma mesquita. Durante o discurso, Haniyeh afirmou que recusaria quaisquer medidas do presidente Mahmoud Abbas para derrubar seu governo. Abbas deu a entender que pode afastar o governo do Hamas, depois que os esforços para formar um gabinete de união fracassaram por causa da recusa do movimento islâmico em flexibilizar sua postura com relação a Israel.
A credibilidade do cristianismo e do islã estarão ameaçadas se os fiéis não se voltarem contra o terrorismo, page afirmou um influente cardeal católico hoje. O Vaticano costuma saudar os muçulmanos ao final de cada ramadã, mas a mensagem deste ano é especialmente importante por causa da crise provocada por um recente discurso do papa Bento XVI com críticas ao Islã.
O cardeal Paul Poupard afirmou que as duas religiões "dão grande importância ao amor, à compaixão e à solidariedade e têm de combater o flagelo particularmente doloroso" da violência e do terrorismo. "Sem dúvida, a credibilidade das religiões e também a credibilidade dos nossos líderes religiosos e de todos os crentes está em jogo", afirmou a mensagem. "Se não fizermos nossa parte como crentes, muitos vão questionar a utilidade da religião e a integridade de todos os homens e mulheres que se curvam diante de Deus".
Abdellah Redouane, chefe do Centro Cultural Islâmico Italiano, afirmou ser grato pela mensagem. "Numa primeira leitura, obviamente há um convite ao diálogo, mas também todo um programa de temas sobre os quais podemos trabalhar juntos", afirmou Redouane à Reuters.
Poupard apresentou o texto em entrevista coletiva, a primeira vez que o Vaticano usa isso para destacar sua mensagem anual ao Islã. Ele afirmou que o texto foi redigido em agosto, mas adaptado depois do polêmico discurso do papa. Em setembro, Bento XVI citou, em palestra numa universida de alemã, o imperador bizantino Manuel 2º. Palaeologus, do século XIV, para quem o profeta Maomé havia feito mal ao mundo ao ordenar "a difusão pela espada da fé que ele pregava".
Desde então, o papa lamentou várias vezes a controvérsia provocada pela frase e se reuniu com representantes muçulmanos para manifestar seu respeito. Poupard afirmou que o incidente, que provocou protestos contra o papa em vários países islâmicos, mostra a necessidade de maior compreensão entre os dois credos.
"As circunstâncias particulares que recentemente experimentamos juntos demonstram claramente que, por árduo que às vezes possa ser o caminho do autêntico diálogo, ele é mais necessário do que nunca", afirma a mensagem.
Um terremoto de magnitude 6, visit this 4 sacudiu ao menos três cidades do centro e sul do Peru e causou danos materiais leves, more about mas ainda não há relato de vítimas, purchase informou o Instituto Geofísico peruano. O tremor ocorreu às 7h48 (horário de Brasília) e seu epicentro foi localizado no mar, 90 quilômetros ao noroeste da cidade de Pisco, no Departamento de Ica, segundo informou o Instituto Geofísico do Peru.
O terremoto, que se originou em uma profundidade de 43 quilômetros, foi sentido na capital peruana, Lima, e na cidade de Camaná , na região de Arequipa, no sul do Peru.
"Foram reportados danos leves em algumas casas em Pisco, mas não há vítimas nem feridos", afirmou o diretor de sismologia do Instituto Geof ísico do Peru, Hernando Tavera.
O Serviço Geológico de Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) também informou sobre o tremor, registrando uma magnitude de 6,5, e o Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico disse, em seu site na Internet, que não há uma ameaça imediata desse tipo de fenômeno.
No Peru, os sismos são frequentes pela presença da placa tectônica de Nazca, que se estende da Colômbia até o Chile. O último tremor forte no Peru ocorreu em setembro de 2005 no norte do país e teve magnitude de 7,5, segundo o USGS.
O líder norte-coreano, medical Kim Jong-il, afirmou a uma delegação chinesa que não pretende realizar novos testes nucleares, segundo informação transmitida hoje por uma fon te diplomática chinesa à agência de notícias sul-coreana Yonhap.
"Entendo que [Kim] expressou claramente que não há plano de conduzir [outros] testes nucleares", afirmou a fonte à Yonhap. A China é praticamente única aliada da Coréia do Norte no mundo e, por isso, é um dos poucos países a terem alguma influência sobre o recluso regime comunista de Pyongyang.
O presidente chinês, Hu Jintao, enviou uma comitiva diplomática a Pyongyang nesta semana, em meio a especulações de que a Coréia do Norte faria um novo teste.
De volta a Pequim, o chefe dessa comitiva, o ex-chanceler chinês Tang Jiaxuan, afirmou que "desta vez a visita não foi em vão". Ele se reuniu com a secretária norte-americana de Estado, Condoleezza Rice, que visita a Ásia para definir com outros governos a implementação de sanções da ONU à Coréia do Norte.
Segundo Rice, Tang passou uma forte mensagem a Pyongyang e informou os norte-coreanos de que Pequim implementaria plenamente as sanções, impostas pela ONU em retaliação ao primeiro teste nuclear norte-coreano, realizado no dia 9. O chanceler chinês, Li Zhaoxing, afirmou que Tang e os norte-coreanos discutiram também formas de retomar as negociações multilaterais sobre o programa nuclear do país, atualmente paralisadas.
"Pelo menos aumentou a compreensão mútua. Todos discutiram como retomar o progresso nas conversas a seis partes assim que possível", afirmou Li a jornalistas.
Essas negocia ções envolviam EUA, China, Rússia, Japão e as duas Coréias. Pyongyang abandonou o processo em novembro, em protesto contra restrições dos EUA a supostas atividades financeiras ilícitas do regime no exterior.
Segundo a agência chinesa de notícias Xinhua, Tang defendeu que os EUA adotem uma atitude mais flexível em relação à Coréia do Norte, mas Rice afirmou que as restrições financeiras permanecerão. "As medidas financeiras são um processo jurídico que tem a ver com falsificação de dinheiro. O presidente [George W. Bush] deixa sempre muito claro que vai defender a moeda dos EUA", afirmou ela.
Em entrevista coletiva ao lado de Li, Rice afirmou que a China se mostrou escrupulosa sobre as inspeções de cargas na fronteira com a Coréia do Norte, apesar de Pequim temer que as sanções provoquem um colapso na já miserável Coréia do Norte, o que poderia provocar uma onda de refugiados.
"Vocês vão ver cooperação nas [inspeções de] cargas, particularmente se houver cargas suspeitas", afirmou Rice, referindo-se aos chineses. Mas o primeiro-ministro Wen Jiabao reiterou a opinião chinesa de que as negociações são preferíveis a punições. "É do interesse de todas as partes resolver a questão nuclear coreana por meio da diplomacia e do diálogo. Além disso, não vejo outra opção".