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Líbano diz que até 600 podem ter morrido em ataques de Israel

Arquivo Geral

27/07/2006 0h00

O ingresso da Venezuela fortalece o esgotado Mercosul, side effects price mas esse benefício pode se desgastar devido a uma excessiva politização na agenda de negociações do bloco, argumentou hoje a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No relatório de Perspectiva para o Comércio Exterior, a CNI ressaltou que, com o seu recente ingresso ao Mercosul, integrado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, a Venezuela ganhou direitos de membro pleno no que se refere a negociações externas da união aduaneira.

Essa condição gera riscos "de uma politização excessiva na agenda de negociações internas e externas" do bloco "e de um aumento de tensões entre seus integrantes", acrescentou a CNI em nota.

O Mercosul, segundo indicou delegados do Brasil, que ocupam a presidência rotativa do bloco, se propôs a retomar negociações suspensas para um acordo comercial com a União Européia (UE), agora com a participação da Venezuela.

Os opositores ao ingresso da Venezuela ao bloco disseram que o país governado pelo presidente Hugo Chávez, um crítico constante dos Estados Unidos e estreito aliado de Cuba, usa os abundantes recursos financeiros, obtidos com os altos preços do petróleo, para aumentar sua influência política, principalmente na América do Sul.

O investimento em tecnologia da informação (TI) deve aumentar 15% no Brasil em 2007 em relação a este ano, purchase para cerca de US$ 18,6 bilhões, mantido o atual cenário de expansão econômica, afirmou hoje a empresa de pesquisa de mercado IDC.

"O próximo ano deve manter os cerca de 15% de expansão que estamos prevendo para este ano", informou a jornalistas o diretor de pesquisas da IDC, Mauro Peres. "Não estamos vendo preocupações do setor (de TI) com o cenário de eleições, a preocupação maior é com a economia norte-americana", que pode trazer implicações sobre juros e câmbio, acrescentou.

Nas contas da IDC, o Brasil deve investir este ano US$ 16,2 bilhões, 14,9% acima do que em 2005, quando também houve crescimento no setor de TI após dois períodos de fraco desempenho. "Os anos de 2002 e 2003 foram péssimos, 2002 teve expansão de apenas 4,5% e 2003 foi negativo", disse Peres.

Do total a ser injetado este ano em TI no País, a área de serviços ficará com 40% dos gastos em tecnologia, crescendo 15% na comparação com 2005.

O setor de hardware será responsável por 44% do total de investimentos, avançando cerca de 17% impulsionado pela valorização real diante do dólar e por medidas do governo para baratear a compra de computadores, segundo a IDC. O restante fica por conta da área de software.

O crescimento do mercado de TI brasileiro em 2006 é superior ao previsto pela IDC para a China, país que viu seu Produto Interno Bruto avançar 11,3% no segundo trimestre.

Segundo as contas da empresa, os aportes no setor de TI chinês devem crescer 12% este ano.

O avanço estimado para o mercado de TI do Brasil é maior que os cerca de 10% do México e fica em linha com a previsão para a Argentina. Conforme a IDC, os Estados Unidos devem ter alta de cerca de 7% este ano no setor.

"O Brasil é um dos hubs de serviços (de TI) no mundo e é centro de atenção de empresas de tecnologia como IBM, Dell e Tata (Consultancy Services)", afirmou Peres.

A indústria de serviços financeiros responde por 21% dos investimentos em TI no Brasil, movimentando mais de R$ 3 bilhões em 2005, de acordo com a IDC. Para este ano, a previsão é que o setor gaste 12% mais que em 2005.

O destaque fica por conta dos bancos, que isoladamente terão uma alta de 15% nos investimentos em tecnologia em 2006, acima dos 9% calculada para as seguradoras.

"Um dos temas que continuam muito importantes na agenda dos bancos é a necessidade de uma visão única de seus clientes", relatou o executivo, em referência à integração e uso de informações dos clientes, que se espalham na venda de produtos que vão de contas correntes a seguros, passando por cartões de crédito.

"Tem muita coisa ainda a ser feita em software nos bancos. Boa parte deles está revendo suas arquiteturas de TI", disse Peres, citando como exemplos Bradesco e Santander.

A IDC informou que os números das pesquisas são baseados em entrevistas com 35 bancos, 20 seguradoras e 20 corretoras de valores realizadas entre dezembro de 2005 e março deste ano.

 

A indústria brasileira voltou a acumular estoques, page o que se torna um "entrave" para a aceleração da recuperação econômica no início do segundo semestre, this web segundo sondagem divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A pesquisa mostrou ainda todos os setores pesquisados operaram com menos de 80% da capacidade instalada no segundo trimestre – o que dá folga para aumento da produção em caso de maior demanda, sem riscos inflacionários.

"Existe, portanto, amplo espaço para ampliação da produção industrial em resposta a eventuais aumentos de demanda", apontou a CNI em nota.

A CNI informou que o uso da capacidade instalada manteve-se em 71%, estável frente ao primeiro trimestre e teve redução de um ponto em relação ao mesmo período do ano passado.

Dentre 26 setores de atividades pesquisados, apenas cinco apresentam crescimento de produção e vendas no segundo trimestre. As grandes empresas têm desempenho positivo, mas as pequenas e médias mostram queda na atividade e no faturamento.

"O otimismo dos executivos industriais em julho ainda é moderado. As expectativas com relação ao faturamento continuam positivas, sobretudo entre as grandes empresas", afirmou.

O indicador de evolução da produção subiu a 48,2 pontos, ante 45,9 pontos no primeiro trimestre. Número abaixo de 50 indica recuo.

A entidade destacou que, apesar dos dados favoráveis das empresas de grande porte, "o desempenho foi abaixo do esperado e causou aumento não-planejado dos estoques de produtos finais".

Esse indicador subiu para 52,3 pontos, ante 49,9 no primeiro trimestre, sendo que o aumento mais significativo ocorreu entre as grandes empresas.

Na sondagem, os empresários mostraram otimismo em relação ao faturamento nos próximos seis meses e indicaram que as compras de matérias-primas devem aumentar nesse período. Mas essa avaliação também foi puxada pelas grandes empresas.

O indicador de expectativa de número de empregados ficou praticamente estável frente à pesquisa divulgada em abril, em 49 pontos – o que mostra que os empresários, em geral, não esperam ampliação no número de funcionários.

Seis setores esperam aumentar o número de empregados e 11 aguardam queda. Para as exportações, o índice de expectativas mostrou ligeiro aumento, a 49,6 pontos. "Pelo terceiro trimestre consecutivo, o empresário espera que suas exportações deverão se manter estáveis nos próximos seis meses".

 

Os aviões de guerra e a artilharia israelense voltaram a castigar o Líbano hoje, drug e o governo libanês afirmou que o número de mortos na guerra de 16 dias de Israel contra o Hezbollah pode chegar a 600.

O gabinete israelense está preferindo realizar ataques aéreos e um número limitado de incursões por terra para combater o Hezbollah, em vez de invadir totalmente o Líbano. Mesmo assim, o governo de Israel anunciou que vai convocar mais três divisões da reserva de seu Exército, o que pode chegar a 15 mil soldados.

O ministro da Saúde do Líbano, Mohammad Khalifeh, disse que os hospitais receberam 401 corpos de vítimas dos combates.

"Além dessas vítimas, há de 150 a 200 corpos sob os escombros. Não conseguimos retirá-los porque as áreas em que eles morreram ainda estão sob fogo", disse ele.

O confronto teve início no dia 12 de julho, quando o Hezbollah matou oito soldados israelenses e seqüestrou outros dois numa operação de fronteira.

Segundo a contagem da Reuters, pelo menos 437 pessoas, a maioria civis, tiveram a morte confirmada no Líbano. Entre os israelenses, morr eram 51 pessoas, sendo 18 civis.

Ainda há corpos nas ruas em algumas cidades isoladas de fronteira, no Líbano, onde civis ficaram presos no meio do fogo, afirmou o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (ICRC).

"Em todos os combates somos ovelhas oferecidas em sacrifício", disse Hafez Ebeid, 65 anos, que fugiu do vilarejo em que mora, Marwaheen, para a relativa segurança de Sidon, a maior cidade do sul do Líbano.

A decisão de não ampliar a invasão terrestre foi tomada pelo gabinete de segurança do premiê Ehud Olmert numa reunião convocada um dia depois de nove soldados israelenses terem sido mortos no Líbano, na maior baixa do Exército de Israel em um só dia de conflito.

O principal comandante militar de Israel, o tenente-general Dan Halutz, disse numa entrevista coletiva que a ofensiva não será interrompida, e afirmou que os "danos estratégicos ao Hezbollah são enormes". "Esse front está em andamento e vai continuar em andamento até que recebamos ordem em contrário ou que atinjamos as metas que estabelecemos."

Halutz reiterou a afirmação de que o Exército israelense não tem intenção de atacar a Síria, uma das patrocinadoras do Hezbollah, junto com o Irã.

 

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