O sul-africano Nelson Mandela disse hoje que "nunca imaginou" que chegaria à idade de 88 anos, health pills enquanto recebia um de seus primeiros presentes, help um carregamento de rum e charutos do presidente cubano Fidel Castro.
Enquanto os parabéns chegavam antes do aniversário do ícone antiapartheid, na terça-feira, Mandela participou de uma festa particular com o pessoal de sua fundação e apagou velas em um gigantesco bolo de aniversário. "Quando era mais jovem, nunca imaginei que tal ocasião iria ocorrer", disse um sorridente Mandela, lembrando-se que as brigas constantes. com pedaços de pau, que ele enfrentou na infância poderiam ter encurtado sua vida consideravelmente.
"Se você olhar meu corpo, verá várias marcas que foram causadas pela luta com paus. E nunca achei que iria abandonar isso", disse Mandela, mostrando uma cicatriz na perna.
As aparições de Mandela foram se tornando cada vez mais raras após seu anúncio, em 2004, de que estava saindo da vida pública. Os assessores dizem que ele pretende passar seu aniversário na terça-feira junto com a sua família.
Mas o prêmio Nobel da Paz não perde a chance de promover suas causas, que incluem a luta contra o HIV/Aids na África e a necessidade de aumentar as oportunidades educacionais para as crianças. "Hoje queremos crianças que sejam educadas porque, se não tiverem educação, nunca poderão liderar", disse Mandela, acrescentando que ficou grato pela resposta que recebeu de seus pedidos por mais ajuda às escolas.
"Quando saí da prisão, entrei em uma nova África do Sul", disse Mandela, que foi libertado em 1990 depois de passar 27 anos encarcerado. "Quando fui preso, ninguém estava interessado em educar crianças negras".
A porta-voz de Mandela, Zelda La Grange, disse que Mandela, carinhosamente conhecido como Mandiba na África do Sul, está em boa forma e ansioso para comemorar seu aniversário. "Ele está muito, muito bem", disse Zelda à emissora pública SABC. "Ele faz regularmente check-ups médicos e estamos muito contentes que ele esteja de bom humor e em boa saúde em seu aniversário de 88 anos".
Zelda disse que os presentes para Mandela estavam começando a chegar de todo o mundo, incluindo um par de chinelos feitos à mão de couro de ovelha e a entrega de Fidel. "O presidente manteve sua promessa e enviou rum e charutos", disse Zelda sobre Fidel. Mandela, no entanto, é um não-fumante convicto e não costuma beber.
Sob pressão dos líderes do Grupo dos Oito (G8), purchase ministros de seis potências comerciais devem dar início a negociações enérgicas para resgatar a problemática rodada de Doha, afirmaram autoridades hoje.
Ministros da União Européia (UE), dos EUA, do Brasil, do Japão, da Índia e da Austrália vão se reunir na sede da Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra. O chefe da entidade, Pascal Lamy, saiu de São Petersburgo, local da cúpula do G8, para comandar as negociações, contando com o apoio dos chefes de Estado dos países mais industrializados do mundo. A meta é conseguir um acordo sobre medidas que tirariam milhões de pessoas da pobreza.
"Não podemos nos dar ao luxo de adiar novamente essas negociações", afirmou o comissário do Comércio da UE, Peter Mandelson, em Bruxelas. Mandelson disse estar preparado para "continuar nas negociações o tempo que for necessário". "Está ficando cada vez mais claro que há uma zona de desembarque para um acordo", afirmou o comissário à Reuters.
"Precisamos que todos reconheçam isso e que negociem dentro dessa área de desembarque". "Eu estava mais ou menos pessimista. Estou menos pessimista agora", disse o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, acrescentando que os líderes do G-8 havia dado declarações "bastante contundentes" a respeito da necessidade de os negociadores terem margem de manobra para que um acordo seja firmado.
"Estava um tanto quanto pessimista. Agora, estou menos pessimista", disse o primeiro-ministro britânico, Tony Blair. A chanceler alemã, Angela Merkel, também deu declarações otimistas. A dirigente afirmou a repórteres ser "excepcionalmente gratificante" ouvir do Brasil, da Índia, do México e da África do Sul que eles estão prontos a "tudo para fazer avançar as negociações nas próximas semanas e para garantir o sucesso delas".
No domingo, os líderes do G8 fixaram prazo de um mês para recolocar a rodada de Doha nos trilhos. As negociações realizadas duas semanas atrás para retomar esses esforços não conseguiram decolar. Fatores fundamentais no processo são quanto os EUA estão dispostos a cortar de seus subsídios agrícolas, em que proporção a UE baixará suas tarifas sobre os produtos agrícolas importados e em que proporção os países em desenvolvimento pretendem reduzir a proteção de seus setores industrial e de serviços.
Não houve declarações públicas sobre quem vai ceder o quê nessas questões cruciais que opõem os países ricos e o Grupo dos Vinte (G20), do qual participam nações em desenvolvimento. A rodada de Doha, lançada em 2001 com o compromisso oficial de incentivar as economias dos países em desenvolvimento e baixar as barreiras ao comércio mundial, precisa ser concluída antes do final do ano.
Hoje, líderes de países emergentes como a China, a Índia e o Brasil compareceram a uma sessão de negociações sobre o comércio. Autoridades do G8 disseram que a postura do Brasil, líder do G20, seria decisiva depois de o grupo de países ricos ter se apresentado como uma frente única nas negociações de domingo.
"Estou convencido de que agora é hora de tomarmos uma decisão política", afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os negociadores "não têm cartas escondidas na manga", acrescentou.
Segundo especialistas, se nenhum avanço for realizado nas próximas semanas, há o risco de toda a rodada ser congelada por vários anos porque o presidente dos EUA, George W. Bush, perderá, na metade de 2007, o poder de selar acordos comerciais sem o consentimento do Congresso norte-americano.
A França não aceita que a UE faça no vas concessões porque teme o impacto delas sobre seu influente setor agrícola. O presidente francês, Jacques Chirac, repetiu na hoje sua opinião de que o bloco europeu não poderia oferecer mais sem que outros se manifestem antes.
Grupos de combate à pobreza disseram duvidar que a roda da de Doha consiga avançar sem que novas concessões sejam feitas. "Os EUA e a Europa não realizaram a manobra contundente que precisamos para salvar as negociações da OMC", afirmou Max Lawson, porta-voz da Oxfam International. "As negociações da OMC caminham para lugar nenhum e os líderes do G8 não conseguiram se situar no mapa".
As bolsas de valores européias fecharam em queda pela terceira sessão consecutiva e no menor nível em três semanas, visit web por conta de temores com o Oriente Médio e com o impacto dos preços do petróleo sobre os luc ros das empresas.
A Philips iniciou a temporada de divulgação de resultados em ritmo forte, viagra superando as estimativas dos analistas com solidez nas vendas no segundo trimestre e do lucro operacional, doctor além de informar uma recompra de ações.
Isso ajudou os papéis da empresa saltarem 3 por cento e minimizou o fato de o grupo não ter atingido as expectativas de lucro líquido. "Se você quer ficar preocupado com o mercado, isso não ajuda de forma alguma", disse Mark Bon, administrador de fundos do Canada Life, referindo-se à violência no Oriente Médio.
Israel bombardeou o Líbano pelo sexto dia seguido e descartou uma proposta da Organização das Nações Unidas (ONU) para que uma força de paz internacional ajudasse a encerrar o conflito na região de fronteira entre os dois países.
Em Nova York, os preços do petróleo recuavam em relação à máxima histórica de US$ 78,4 por barril, atingida na sexta-feira. A commodity era negociada a US$ 75,8 por barril, mas ainda apresentava avanço de 24 por cento no acumulado do ano. "Os preços do petróleo estão altos e existe uma preocupação de que se as tensões na região aumentarem novamente, nós podemos ver um impacto sobre a inflação mais tarde", afirmou Bon.
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Um tsunami provocado por um forte terremoto que atingiu a costa sul da ilha de Java, drug na Indonésia hoje deixou mais de 80 mortos, this site disse uma autoridade da Cruz Vermelha. "Nossa última informação aponta que 80 pessoas morreram enquanto pelo menos 68 estão gravemente feridas. O número pode crescer porque muitas (vítimas) podem ter sido levadas pelas ondas", ed disse Fitri Sidikah, do centro de desastres da Cruz Vermelha indonésia.
Relatos anteriores diziam que o número de vítimas fatais era de 37, todas em uma praia turística da ilha. Não havia relatos sobre vítimas ou danos em outros locais do país. Um alerta de tsunami na costa sul de Java e perto da ilha Christmas, no sul do arquipélago indonésio, foi divulgado pelo Centro de Alerta para Tsunamis no Pacífico, um órgão dos Estados Unidos. A polícia de Christmas, pertencente à Austrália, afirmou não ter registrado danos na ilha.
A Índia também divulgou um alerta para as ilhas Andaman e Nicobar, atingidas duramente pelo tsunami no fim de 2004, mas autoridades afirmaram não ter havido nenhum perigo real nesses locais. As Maldivas, uma cadeia de ilhas localizada no sudoeste da Índia, também emitiram um alerta de tsunami.
Os ataques israelenses contra a infra-estrutura libanesa causaram bilhões de dólares em prejuízos e Israel está querendo fazer o Líbano regredir 50 anos com a ofensiva, viagra order disse hoje o premiê libanês, purchase Fouad Siniora.
Os aviões israelenses atingiram estradas, search pontes, portos e aeroportos do Líbano desde que guerrilheiros do Hizbollah capturaram dois soldados israelenses na quarta-feira. Os ataques mataram mais de 200 pessoas, a maioria civis.
Tanques de armazenamento de combustível, equipamentos de comunicação e várias fábricas e postos de gasolina do setor privado também foram destruídos. "Israel é hoje um país terrorista que comete todo dia um ato de terrorismo", disse Siniora na entrevista. "Israel está despedaçando o país".
Siniora, chefe do primeiro governo anti-Síria do Líbano em quase duas décadas, disse que as perdas materiais somam bilhões de dólares, sem contar os prejuízos nos negócios e com a perda de investimentos. "O que Israel está tentando é fazer com que o país regrida 50 anos", disse ele.
O Líbano, que estava bem no meio de um movimentado verão na indústria turística, teve de reerguer depois da guerra civil que durou de 1975 a 1990, e que deixou boa parte do país em ruínas. O país luta ainda para reduzir o déficit público, que equivale a quase o dobro do PIB, em mais de US$ 35 bilhões, a maior parte dele acumulado depois da guerra.
Além dos prejuízos à infra-estrutura, a maioria das lojas e escritórios está fechada desde o início da crise. Os turistas foram embora e o mercado de ações estava fechado hoje, depois de dois dias seguidos de perdas na semana passada.
Siniora distanciou seu governo dos ataques do Hizbollah que deram início à tensão, e disse que sua administração não deve ser responsabilizada por eles. Guerrilheiros do Hizbollah vêm lançando foguetes contra o norte de Israel desde a ofensiva de quarta-feira, matando 12 civis israelenses, além dos oito soldados que mataram na operação fronteiriça em que os dois soldados israelenses foram sequestrados. Também mataram quatro marinheiros que estavam num navio israelense atingido por foguetes.
"Estamos pagando por algo que não fizemos", disse Siniora, segundo quem 100 mil pessoas abandonaram suas casas por causa do conflito. No sábado, Siniora teve de segurar as lágrimas ao descrever o Líbano como uma "zona de desastre" e pedir um cessar-fogo.
O presidente da Comissão Européia afirmou hoje estar mais confiante de que um acordo pode ser obtido nas negociações sobre comércio global depois que líderes mundiais mostraram estar prontos pa ra adotar uma postura mais flexível em um encontro na Rússia.
"Agora estou mais confiante de que podemos chegar a um acordo na Rodada de Doha (da OMC, generic Organização Mundial do Comércio) do que antes da cúpula", patient disse a repórteres José Manuel Durão Barroso, ao retornar a Bruxelas, depois de participar do encontro do G8 em São Petersburgo, na Rússia.
O presidente norte-americano, George W. Bush, e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, junto com a União Européia, mostraram que podem dar passos que façam a rodada se mover novamente, disse Durão Barroso.
"O presidente Bush, o presidente Lula e eu dissemos que estamos prontos para sermos mais flexíveis", acrescentou.
Algumas pessoas passaram a dormir no pequeno parque Sanayeh, more about um dos poucos espaços abertos de Beirute. Outras estão abrigadas em escolas, cialis 40mg normalmente fechadas nas férias de verão e agora abertas para abrigar milhares de libaneses que fogem dos bombardeios israelenses no sul do Líbano e em bairros periféricos de Beirute.
"Estamos dormindo na grama. Ouvimos sobre a abertura das escolas, mas quando chegamos lá, elas já estavam cheias", disse Hussein Ajami, que deixou sua casa, no sul de Beirute, cinco dias atrás.
"Outro dia tivemos de levar três crianças a um hospital por causa da insolação. Estamos recebendo pequenos sanduíches três vezes ao dia. Tudo isso é muito humilhante."
Ao menos 58.036 pessoas deixaram suas casas em virtude da violência e 14 mil delas dirigem-se para Beirute, segundo dados oficiais. A maior parte dos refugiados, porém, buscou abrigo nas áreas montanhosas do interior do país.
O Ministério do Interior do Líbano montou pontos de reunião em vários locais para receber as famílias que não encontraram abri go em áreas seguras do país, a maior parte delas vindas do sul ou de bairros de Beirute dominados pelo Hezbollah, alvos principais dos ataques israelenses.
Quem tem conhecido em áreas calmas refugia-se nesses locais. Outras pessoas estão presas no sul, tentando sair depois de Israel ter mandado os moradores de vilarejos abandonar suas casas. Esses, porém, temem pegar as estradas, principalmente depois de um míssil israelense ter atingido um furgão no qual viajavam libaneses vindos do vilarejo de Marwaheen. No ataque, 20 civis foram mortos.
Devido à intensidade do conflito, forças de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) presentes no sul do Líbano precisaram de todo o domingo para retirar os 283 moradores ainda presentes na região de Marwaheen.
Libaneses vindos do sul do país, que ficou sob ocupação israelense por 22 anos e que foi palco, antes desse período, de combates entre palestinos e militares de Israel, já tiveram de fugir de suas casas por várias vezes nas últimas décadas.
Empilhando colchões finos no topo de seu carro enferrujado e amontoando seus pertencentes na traseira dele, Ali Sahara fugiu com sua família de um bairro do sul d e Beirute quando as primeiras bombas começaram a cair ali.
"Eu e meu irmão estamos aqui há mais de dois dias. Minha mãe e minhas irmãs estão em Ashrafieh. Eu não sei bem onde", disse o libanês de 21 anos, com os olhos brilhantes devido à falta de sono. Ashrafieh é parte da área cristã da capital.
"Não acredito que eles estejam fazendo tudo isso por causa de dois soldados capturados. Isso é apenas uma desculpa", acrescentou, com um certo ar de estupefação. Sahara é novo demais para lembrar-se da guerra civil que tomou conta do país entre 1975 e 1990, deixando uma grande leva de refugiados.
Do lado de fora do parque, vendedores de rua instalaram-se para oferecer doces, garrafas de água, café e outros tipos de alimento.
As crianças correm pelo local, brincando nos balanços e escorregadores, enquanto seus pais sentam-se nos bancos, à espera de algum lugar aonde ir.
Ghassan Makarem, um voluntário, trabalha a fim de encontrar escolas ou outros abrigos para os que fugiram.
"Criamos, na quinta-feira de manhã, uma equipe de emergência. Na sexta-feira, as pessoas começaram a se reunir no parque Sanayeh", explicou. "Elas chegaram a somar 600 pessoas, mas estamos tirando-as daqui. Não queremos que elas estejam a céu aberto se Beirute for bombardeada."
Alguns refugiados foram recebidos com frieza em locais cujos moradores não apóiam o Hezbollah e acreditam que os bombardeios israelenses são culpa da guerrilha.
O Movimento Patriótico Livre (FPM), leal ao líder cristão Michel Aoun, montou centros de ajuda em áreas cristãs do país. Aoun mantém boas relações com o Hezbollah.
"Abrimos as escolas para receber os refugiados. Estamos distribuindo comida, colchões e remédios também", disse Margarita Abu Hanna, que trabalha no principal centro da FPM, em Kesrouan.