O presidente do Comitê de Inteligência da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, viagra 100mg Silvestre Reyes, purchase expressou hoje confiança de que em breve haverá um acordo sobre a polêmica lei que permite escutas telefônicas sem permissão judicial.
“Estamos muito perto de um acordo. Esperamos que possivelmente dentro de uma semana possamos submetê-lo ao voto” no plenário da Câmara Baixa, disse Reyes em declarações divulgadas hoje pela cadeia “CNN”.
Reyes referiu-se a um projeto de lei que permitiria escutas eletrônicas sem permissão judicial e que a Casa Branca quer que inclua imunidade retroativa para as companhias telefônicas que colaborarem no programa de espionagem.
O legislador disse que os líderes democratas estão revisando vários documentos confidenciais relacionados ao programa de escutas e iniciaram um diálogo com as companhias telefônicas para tomar uma decisão sobre a prorrogação da polêmica lei.
“Estamos conversando com representantes das companhias porque se vamos oferecer imunidade, queremos entender por que estamos dando imunidade a eles. Tenho uma mente aberta sobre isso”, afirmou Reyes.
No mesmo programa, um dos principais líderes republicanos da Câmara Baixa, Roy Blunt, disse não estar “muito otimista” de que as partes possam alcançar um acordo, mas manifestou seu compromisso em continuar trabalhando com a oposição para conseguir uma solução pactuada.
A lei de vigilância eletrônica, conhecida como “Lei para Proteger os EUA.” (Protect America Act – PAA), expirou em 16 de fevereiro embora, segundo analistas, a comunidade de inteligência não tenha perdido a capacidade de obter informações sobre supostos terroristas, porque ainda está em vigência outra lei federal que também permite a vigilância eletrônica.
A lei PAA, aprovada em agosto de 2007 por seis meses, autoriza a interceptação sem permissão judicial de comunicações eletrônicas que utilizem as redes dos EUA, e está dirigida principalmente a supostos terroristas.
O Senado americano aprovou uma prorrogação da lei, mas a Câmara de Representantes negou-se a fazê-lo porque muitos legisladores se opõem à cláusula que oferece imunidade retroativa para as empresas de telecomunicações.
Calcula-se que em torno de 40 processos judiciais foram movidos contra companhias telefônicas, nos quais são pedidas indenizações milionárias.