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Latino-americanos representam um quarto dos imigrantes na OCDE

Arquivo Geral

20/02/2008 0h00

Os latino-americanos representam cerca de 25% do total dos imigrantes na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), side effects sendo a nacionalidade mexicana a mais representativa e os Estados Unidos o principal país de destino (85%) seguido muito de longe pela Espanha.

De acordo com os dados de 2000 recolhidos no relatório da OCDE, viagra dosage na Espanha viviam 3, mind 8% dos imigrantes latino-americanos. O Canadá, como terceiro Estado de destino, abriga 3,1% dos estrangeiros, seguido pelo Reino Unido, Holanda e Japão.

Por regiões de origem, a dos latino-americanos era a comunidade imigrante mais numerosa na OCDE com 19,042 milhões, seguida pelos asiáticos (16,151 milhões).

Os cidadãos europeus que viviam em um país da OCDE diferente do de seu nascimento ultrapassa os 25 milhões.

Dentre os latino-americanos, só os mexicanos representavam 44% do total (8,3 milhões de pessoas), e mais de 99% deles viviam nos EUA.

Também se concentravam nos EUA dois terços dos imigrantes de outros Estados da América Latina.

No total, em toda a OCDE havia 1,3 milhões de porto-riquenhos, 925.000 cubanos, 835.000 salvadorenhos e 790.000 jamaicanos, nacionalidades que mais se destacara.

Excluindo os que optaram pelos EUA, os mais numerosos entre os que optaram por viver no chamado “Clube dos países desenvolvidos” eram os brasileiros (350.000), jamaicanos (260.000), equatorianos (223.000), colombianos (220.000) e argentinos (203.000).

Em termos relativos, cerca de um terço dos indivíduos nascidos na Jamaica ou em Porto Rico viviam no estrangeiro.

Uma parte não desprezível das migrações de latino-americanos se produzem dentro da própria região, e assim a Argentina, em 2001, contava com um milhão de imigrantes, 200.000 a mais dos que nessa mesma data havia na Espanha.

As mulheres representavam 49% do total de imigrantes latino-americanos na OCDE, número abaixo da média de 51% dos estrangeiros que vivem nos 29 países da organização.

O México é o que marca este desequilíbrio de sexos na imigração, já que as mulheres representam apenas 44%, frente os 53% para o resto das nacionalidades latino-americanas.

No caso dos asiáticos que vivem na OCDE (21% do total de estrangeiros) o elemento significativo era que seu nível de educação era superior ao da população dos países de recepção: mais de 38% tinham estudos superiores, frente a uma média de 24%.

Um total de 7,8 milhões dos 16,151 milhões de asiáticos viviam nos EUA, o principal país de destino muito à frente do Canadá (1,8 milhões), Reino Unido (1,5 milhão) e Austrália (1 milhão).

Os asiáticos mais numerosos na OCDE eram os chineses (mais de dois milhões), os filipinos (1,9 milhões) e os vietnamitas (1,5 milhão).

Os imigrantes asiáticos estão significativamente mais qualificados que os de outras origens, já que somavam 58% de todos que possuem nível superior procedentes de regiões emergentes ou em desenvolvimento, enquanto não representavam mais que 38% dos que tinham o ensino médio e 26% dos que pararam no ensino fundamental.

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