A Justiça uruguaia condenou hoje o ex-ditador uruguaio Gregorio “Goyo” Álvarez a 25 anos de prisão pelo “homicídio especialmente agravado” de 37 opositores e por um delito de “lesa-humanidade”.
Álvarez, no entanto, está detido desde dezembro de 2007, quando foi acusado de uma série de “desaparecimentos forçados” e de trasferências clandestinas de detidos da Argentina para o Uruguai quando, entre 1977 e 1978, em plena ditadura uruguaia, chefiava o Exército nacional.