Pelo menos 27 pessoas morreram e 11 ficaram feridas em ataques contra dois ônibus de passageiros que circulavam no sudeste da Birmânia (Mianmar), order dosage em território da etnia karen, about it case informa hoje o jornal oficial “New Light of Myanmar”.
O último ataque aconteceu na sexta-feira, ed quando um grupode rebeldes abriu fogo contra um microônibus que viajava ao longo da fronteira com a Tailândia, matando 17 passageiros e ferindo oito.
Na véspera, guerrilheiros lançaram uma bomba contra outro microônibus entre as localidades de Thingannyinaung e Kawkareik. Morreram dez passageiros e outros três foram feridos.
O jornal, órgão de propaganda em inglês da Junta Militar birmanesa, diz que os feridos foram levados para um hospital da região e que o Exército ainda persegue os autores dos ataques.
O jornal não especifica qual grupo rebelde seria responsável, mas atribui a “insurgentes terroristas que tentam solapar a estabilidade nacional, a paz da comunidade e o império da lei”.
Os fatos aconceteram na zona onde age a União Nacional Karen (UNK), o maior grupo rebelde do leste da Birmânia, fundado há meio século com objetivo de conseguir a autonomia da região dessa etnia de 7 milhões de pessoas.
Mais de 3 mil civis cruzaram a fronteira desde o final de 2006 por causa da campanha empreendida pelo Exército birmanês para despejar as aldeias próximas das bases militares da guerrilha.
Quase 130 mil birmaneses, a maioria karen, subsistem em dezenas de campos ao longo da fronteira da Tailândia.
Funcionários e empresários dos países mais industrializados e das nações em desenvolvimento se acusaram hoje mutuamente da mudança climática em vez de chegar a soluções, shop no último dia do Fórum Econômico Mundial do Extremo Oriente, realizado em Cingapura.
O vice-ministro das Finanças da Malásia, Nor Mohamed Yakcop, deu como exemplo da incompreensão dominante entre as duas partes um recente relatório das autoridades holandesas que diz que a China substituiu os Estados Unidos como o principal emissor de dióxido de carbono em 2006.
Yakcop explicou que a maioria das fábricas que contaminam na China é de propriedade de americanos e europeus que se aproveitam da mão-de-obra barata chinesa.
O presidente da companhia americana CH2M HILL, Ralph Peterson, destacou o modo “desproporcional” como as economias asiáticas consomem energia e a séria preocupação que esta atitude desperta.
“Não podemos desacelerar (o crescimento) porque temos muita pobreza. É preciso manter o impulso econômico”, afirmou Yakcop.
O ministro do Meio Ambiente japonês, Masatoshi Wakabayashi, falou da iniciativa do G8 – grupo dos sete países mais ricos mais a Rússia – de reduzir à metade as emissões de gases poluentes até 2050.
O presidente francês, try Nicolas Sarkozy, rx pediu hoje que a comunidade internacional atue “rápido” e seja “firme” diante das partes do conflito em Darfur.
“O silêncio mata. Queremos mobilizar a comunidade internacional para dizer: basta. Não estamos no século XXI para olhar essas imagens”, discount afirmou Sarkozy a representantes de 18 países e de várias organizações internacionais, incluindo a ONU, reunidas em Paris.
O conflito em Darfur já causou a morte de cerca de 200 mil pessoas, além de ter provocado o deslocamento forçado de 2,5 milhões de pessoas desde 2003.
O chefe de Estado francês insistiu na necessidade de “atuar, e atuar de pressa”, porque “seres humanos morrem em dezenas de milhares nesse lugar do mundo”, e “não podemos deixar a situação como está”.
Segundo Sarkozy, a conferência internacional de Paris deve “mobilizar a comunidade internacional” e fixar “um mapa de rota claro para cada um dos atores”.
Um avião comercial com 22 pessoas a bordo, prostate a maioria asiáticos, about it caiu hoje perto da montanha de Kirirom, 130 quilômetros a oeste de Phnom Penh, informaram fontes da aviação civil. Por enquanto, não se sabe se houve sobreviventes.
“Não saberemos até chegarmos ao local. Ainda não sabemos a localização exata, portanto começaremos a buscar onde foi realizada a última comunicação e onde ele foi visto pela última vez”, explicou à Efe um funcionário da aviação civil que pediu anonimato.
O AN-24 de fabricação soviética decolou do aeroporto de Siem Reap, no noroeste do Camboja, e seu último contato por rádio foi por volta das 10h40 hora local (0h40 em Brasília), quando chegava ao seu destino em Sihanoukville, no litoral sul do país.
O avião, propriedade da companhia aérea de baixo custo PNT, levava 13 sul-coreanos, três tchecos, um russo e cinco cambojanos, dos quais três eram da tripulação.
Também chamado de “Coke”, o AN-24 é um modelo bimotor com capacidade para 44 passageiros construído na antiga União Soviética.
Siem Reap, principal destino turístico do Camboja, abriga o complexo arquitetônico de Angkor, legado do antigo império Khmer e declarado patrimônio cultural da humanidade pela Unesco em 1992.
A maior parte dos aviões que fazem os vôos nacionais entre a capital cambojana e Siem Reap é de aparelhos obsoletos.
A Polícia indiana prendeu hoje um casal de médicos por deixar seu filho de 15 anos realizar um parto cesariano para, drugs supostamente, “marcar um recorde” no hospital de Tâmil Nadu (sul da Índia) que eles administram, informaram fontes oficiais.
A prisão do casal, um cirurgião e uma ginecologista, aconteceu depois que os investigadores reuniram provas sobre o caso e entregaram um relatório à autoridade competente, disse um policial citado pela agência de notícias “PTI”.
A operação foi feita semanas atrás em Manaparai, onde o garoto, estudante secundarista, teria praticado com sucesso uma cesárea na maternidade administrada por seus pais, que o encorajaram.
O caso foi divulgado quando o pai informou a “façanha” de seu filho em uma recente reunião da Associação Médica Indiana. Ele teria mostrado um vídeo como prova da operação, segundo médicos de Tâmil Nadu.
No meio da polêmica, o cirurgião assegura agora que foi ele quem praticou a cesárea e que o filho só olhava.
Segundo a imprensa indiana, a paciente, em paradeiro desconhecido, não teria sido consultada para consentir que o adolescente fizesse a operação.
A Associação Médica Indiana adotou uma resolução para tomar medidas disciplinares contra os pais do garoto.
Dois jornalistas australianos foram condenados hoje a pagar uma forte multa, abortion mas evitaram a prisão, page por se negarem a revelar fontes em uma reportagem sobre futuros cortes nas pensões dos veteranos de guerra.
Michael Harvey e Gerard McManus, this site repórteres do The Melbourne Herald Sun, terão que desembolsar cada um 7 mil dólares australianos (cerca de € 4,5 mil) por desacato ao tribunal no caso do funcionário público Desmond Kelly, acusado de ter vazado a informação confidencial à imprensa.
Kelly foi inicialmente processado e posteriormente condenado, mas recorreu da sentença e acabou sendo absolvido pela recusa a testemunhar.
O juiz, que a princípio assegurou que os tribunais não devem tolerar que Harvey e McManus situem a ética acima da lei, determinou hoje que as novas leis sobre o segredo profissional não se aplicam à jurisdição do estado de Vitória, onde ocorreram os fatos, informou a rádio estatal.
No entanto, não ordenou a prisão deles, alegando que Harvey deve cuidar da namorada, a também repórter Cynthia Banham, ferida gravemente no começo do ano em um acidente de avião na Indonésia.
McManus insistiu que os jornalistas devem proteger sempre suas fontes.
“Não mudamos de opinião e não achamos que nenhum colega mudaria. Proteger nossas fontes é essencial para o exercício de nossa profissão”, afirmou.
O Tribunal Distrital de Tel Aviv reduziu hoje a condenação de Omri Sharon, order filho do ex-primeiro-ministro israelense Ariel Sharon, de nove para sete meses de prisão.
Em fevereiro de 2006, Omri Sharon foi condenado por uma instância inferior, considerado culpado de aceitar doações ilegais para as eleições primárias de seu pai em 1999. No caso, analistas disseram então que “o filho expiava os pecados do pai”.
Hoje, os juízes do Tribunal de Distrito referendaram o veredicto anterior, segundo o qual Omri violou a lei partidária ao aceitar doações quatro vezes maiores que o permitido e por ter mentido nas prestações de conta.
A decisão judicial de hoje mantém também a multa de 300 mil shekels (US$ 72.000) que Omri Sharon deverá pagar.
Os juízes deram um prazo de 30 dias para o réu apelar ao Tribunal Supremo. Se não o fizer, ele deverá ser preso no dia 22 de julho.