O júri do inquérito público sobre a morte do brasileiro Jean Charles de Menezes, pharm baleado em Londres em 2005 por policiais ao ser confundido com um terrorista, emitiu hoje um veredicto no qual não se pronuncia sobre a responsabilidade da Polícia no fato.
Dessa maneira, o júri, formado por dez pessoas, optou por emitir um “veredicto aberto” sobre o caso, depois que o juiz negou a possibilidade de dar uma sentença de homicídio injustificado
A família do brasileiro não demorou a reagir à decisão e qualificou a investigação pública de “encobrimento”.
A investigação, que durou sete semanas sob a direção do juiz Michael Wright, aconteceu em um estádio de críquete de Londres, perto da estação de metrô de Stockwell, onde o brasileiro foi baleado em 22 de julho de 2005.
O júri escutou as versões de cerca de 100 testemunhas que prestaram declaração durante a investigação, que começou em 22 de setembro.