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Júri declara inocentes 3 acusados do assassinato de jornalista russa

Arquivo Geral

19/02/2009 0h00

Um júri popular declarou hoje inocentes os três acusados pelo assassinato da jornalista russa Anna Politkovskaya, information pills informaram as agências russas.

Os júris declararam por unanimidade que a acusação não tinha provado a culpa de dois irmãos chechenos, Dzhabrail e Ibragim Majmúdov, e do oficial do Ministério do Interior Serguei Khadzhikurbanov.

O oficial dos serviços secretos Pavel Ryaguzov, processado na mesma causa por abuso de poder e extorsão, também foi considerado inocente.

Os integrantes do júri popular deliberaram durante quase duas horas sobre as 20 perguntas propostas pelo juiz antes de emitir seu veredicto.

Em seguida, o juiz ordenou a liberdade dos quatro acusados, em um caso de assassinato que causou uma grande comoção internacional e valeu ao Kremlin a condenação das organizações de direitos humanos.

A Procuradoria informou que tem intenção de recorrer da decisão.

O diretor do “Novaya Gazeta” – onde a jornalista trabalhava -, Dmitri Muratov, aceitou a decisão do júri, elogiou sua seriedade, mas ressaltou que, com esta decisão, a investigação do caso não tinha terminado.

Os advogados da família de Politkovskaya, uma dos jornalistas mais críticas ao Kremlin devido ao conflito na Chechênia, tinham denunciado várias vezes que, entre os acusados, não estavam todos os envolvidos no assassinato.

O suposto assassino da jornalista, um terceiro irmão Makhmudov, Rustam, se encontra em paradeiro desconhecido e é objeto de busca e captura internacional há vários meses.

O assassinato de Politkovskaya, que nasceu em Nova York, em 1958, foi cometido quando a jornalista preparava um artigo sobre as torturas sistemáticas na Chechênia, que foi publicado pelos colegas cinco dias após a morte da jornalista.

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    Arquivo Geral

    19/02/2009 0h00

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    Os júris declararam por unanimidade que a acusação não tinha provado a culpa de dois irmãos chechenos, Dzhabrail e Ibragim Majmúdov, e do oficial do Ministério do Interior Serguei Khadzhikurbanov.

    O oficial dos serviços secretos Pavel Ryaguzov, processado na mesma causa por abuso de poder e extorsão, também foi considerado inocente.

    Os integrantes do júri popular deliberaram durante quase duas horas sobre as 20 perguntas propostas pelo juiz antes de emitir seu veredicto.

    Em seguida, o juiz ordenou a liberdade dos quatro acusados, em um caso de assassinato que causou uma grande comoção internacional e valeu ao Kremlin a condenação das organizações de direitos humanos.

    A Procuradoria informou que tem intenção de recorrer da decisão.

    O diretor do “Novaya Gazeta” – onde a jornalista trabalhava -, Dmitri Muratov, aceitou a decisão do júri, elogiou sua seriedade, mas ressaltou que, com esta decisão, a investigação do caso não tinha terminado.

    Os advogados da família de Politkovskaya, uma dos jornalistas mais críticas ao Kremlin devido ao conflito na Chechênia, tinham denunciado várias vezes que, entre os acusados, não estavam todos os envolvidos no assassinato.

    O suposto assassino da jornalista, um terceiro irmão Makhmudov, Rustam, se encontra em paradeiro desconhecido e é objeto de busca e captura internacional há vários meses.

    O assassinato de Politkovskaya, que nasceu em Nova York, em 1958, foi cometido quando a jornalista preparava um artigo sobre as torturas sistemáticas na Chechênia, que foi publicado pelos colegas cinco dias após a morte da jornalista

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