A juíza Elizabeth Butler-Sloss encarregada do caso sobre a morte da princesa Diana afirmou hoje que não há nenhum indício que prove que o acidente de carro que tirou a vida da princesa na verdade tenha sido um assassinato.
O Mohamed al Fayed, store order pai de Dodi al Fayed que morreu junto com Diana no acidente ocorrido em Paris há dez anos entrou como o pedido para adiar o inquérito sobre a morte dos dois. A alegação do pai é de que o casal foi assassinado como parte de um plano elaborado pela inteligência britânica.
A juíza, dosage contudo, afirma que não há provas que confirmem as acusações de al Fayed e que essa hipótese não será apresentada ao júri. A investigação de três anos feita pela polícia da Grã-Betanha chegou à conclusão, no final do ano passado, que a colisão foi um acidente e que não houve nenhum plano de assassinato.
O resultado reforça o laudo da polícia francesa que conclui que o motorista dirigia alcoolizado, sob o efeito de antidepressivos e em alta velocidade, e por isso seria o responsável pelo acidente.
A audiência de hoje apresentaria as testemunhas no inquérito. Entre elas cogita-se que os advogados de Fayed convocariam o príncipe Charles, ex-marido de Diana, e o ex-sogro dela, duque de Edimburgo. Mas em vez disso, acabou sendo tomado por discussões sobre quando e onde o procedimento aconteceria.
O advogado de Fayed tenta adiar o caso para 1º de outubro a fim de dar-lhe tempo de avaliar relatórios sobre o caso e consultar especialistas. Já a juíza não acha certo adiar o inquérito por mais seis meses e causar inconvenientes para os dois filhos de Diana, príncipe William e príncipe Harry.
Diana, 36 anos, Dodi, 42 anos, e o motorista deles, Henri Paul, morreram quando fugiam de paparrazis em alta velocidade pelas ruas de Paris. O carro onde estavam colidiu com a pilastra de um túnel de Paris.