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Juiz ordena ao Sudão que pague indenização por ataque contra navio dos EUA

Arquivo Geral

25/07/2007 0h00

Um juiz federal americano ordenou hoje ao Sudão que pague cerca de US$ 8 milhões aos familiares dos 17 oficiais dos Estados Unidos que morreram em outubro de 2000, treat quando um grupo terrorista atacou o destróier USS Cole, sale no porto de Aden, no Iêmen.

“O tribunal ordena, com base nas provas substanciais, que o apoio material do Sudão à (rede terrorista) Al Qaeda levou à morte dos 17 americanos”, assinalou o juiz Robert Doumar, do tribunal federal do Distrito do Leste da Virgínia.

O destróier Cole tinha atracado em Aden, em uma escala rotineira para reabastecer combustível, quando uma lancha pequena se aproximou, no momento em que a maior parte da tripulação se preparava para almoçar. A explosão destruiu o casco do navio, matando 17 oficiais e ferindo outros 39.

O ataque foi o mais letal contra uma embarcação de guerra americana desde o lançado pelo Iraque, contra a fragata Stark, em 17 de maio de 1987. Os serviços de inteligência dos EUA indicaram que o ataque contra o Cole foi organizado e dirigido pela Al Qaeda, e executado pelos suicidas Ibrahim al-Thawr e Abdullah al-Misawa.

Cinqüenta e nove familiares de tripulantes do Cole entraram com uma ação em um tribunal americano, alegando que o Sudão havia dado apoio financeiro, passaportes diplomáticos, explosivos e outros recursos ao comando da Al Qaeda que atacou o destróier. O Governo do Sudão inicialmente não respondeu à ação, mas depois pediu que fosse rejeitada.

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