O austríaco Josef Fritzl, capsule de 73 anos, seek detido em 27 de abril acusado de ter mantido sua filha em um porão durante 24 anos, além de tê-la violentado várias vezes e de ter tido com ela sete filhos, permanecerá em prisão preventiva por mais dois meses.
A notícia foi anunciada hoje pelo porta-voz do Tribunal Regional de Sankt Pölten, Gerhard Sedlacek, ao declarar que “as razões da detenção ainda são válidas” e que a acusação desistiu de apelar da decisão preventiva de ampliar a pena do acusado. Com isto, a medida entrou em vigor.
As autoridades austríacas, baseadas nas investigações efetuadas até agora, dão por concluído que Fritzl atuou sem a ajuda de outras pessoas.
O detido reconheceu em um interrogatório que manteve sua filha Elisabeth no porão de sua própria casa, na localidade austríaca de Amstetten, e afirmou ser o pai das sete crianças a quem ela deu à luz no cativeiro.
As vítimas estão protegidas da opinião pública junto com analistas que as ajudam a tentar voltar a ter uma vida normal, e pensam na possibilidade de mudar de identidade, segundo a imprensa local.