O Governo venezuelano assegurou hoje que está sendo realizada uma campanha da imprensa internacional contra o Governo do presidente Hugo Chávez através dos jornais dos Estados Unidos, online Itália e Espanha.
Nicolás Maduro, viagra 100mg ministro das Relações Exteriores, for sale disse que essa campanha é liderada pelos jornais “Washington Post” dos EUA, “La Stampa” da Itália e “El Mundo” da Espanha.
Maduro disse que o jornal americano disse esta semana que somente mediante a força ou a armadilha será aprovada a emenda constitucional para a reeleição presidencial contínua na Venezuela.
Ele acrescentou que o jornal italiano assegurou que os vôos Venezuela-Irã servem para transportar tecnologia militar e o espanhol colocou um suposto convênio entre organismos venezuelanos e a organização terrorista basca ETA para apoiar as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
“É o começo de toda uma campanha mundial, porque o dito por estes jornais é recolhido e apresentado pelo resto da imprensa do mundo como se isso fosse verdade”, assegurou o chefe da diplomacia venezuelana.
Maduro disse que será pedido o “direito de resposta” a esses três periódicos no mesmo nível no qual foram publicadas essas “falsidades” e se não o fizerem se recorrerá a anúncios de imprensa para contar a “verdade”.
O chanceler venezuelano disse que a campanha é encorajada pelo “resto do Governo do presidente (George W.) Bush”, com o respaldo dos setores da extrema direita européia, especialmente espanhola e italiana.
“O que publicaram não é informação, é propaganda política, guerra política, é uma conspiração para apresentar o Governo venezuelano como uma ditadura sendo, como é, um país absolutamente democrático e livre”, expressou o chanceler.
O titular de Exteriores assegurou que no cenário desta campanha está a necessidade da extrema direita de tentar evitar a aprovação da emenda constitucional para que Chávez possa apresentar sua candidatura nas eleições presidenciais de dezembro do 2012.
O referendo sobre a emenda será realizado, segundo funcionários eleitorais, entre a segunda quinzena de fevereiro e a primeira de março de 2009.