Segundo a agência “Kyodo”, Machimura afirmou que a China deveria pensar “mais seriamente” permitir a jornalistas e diplomatas o acesso a Tibete, com o objetivo de “aumentar a transparência”.
No julgamento do ministro porta-voz japonês, um passo nessa direção é o que se espera da China, já que se trata de uma das “bases da democracia”.
De acordo com Machimura, China e o Tibete deveriam iniciar um diálogo “incondicional”.
A China negou aos correspondentes estrangeiros acesso a Tibete e às províncias próximas, já que continuam as revoltas nestas zonas que se estão expandindo a toda a região ocidental do país.