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Mundo

Japão e Estados Unidos concordam que ação rápida é necessária no comércio

Arquivo Geral

09/01/2007 0h00

Os governadores dos quatro Estados do Sudeste anunciaram após uma reunião nesta terça-feira, patient pill no Rio de Janeiro, que pedirão ao governo federal a liberação e o aumento de recursos da Segurança Pública para fortalecer o combate à violência na região.

Segundo os governadores Sergio Cabral Filho (Rio de Janeiro), José Serra (São Paulo), Aécio Neves (Minas Gerais) e Paulo Hartung (Espírito Santo), os pedidos serão encaminhados a Brasília ainda nesta terça-feira. A reunião foi primeiro encontro do Gabinete Integrado de Segurança do Sudeste.

O documento divulgado pelas quatro autoridades pede, entre outras coisas, o "aumento substancial" dos efetivos da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal; ação das Forças Armadas no combate ao tráfico de armas nas fronteiras, e maior integração dos serviços de informações federal e estaduais.

Os governadores pediram ainda o descontingenciamento e ampliação das verbas do Fundo Nacional de Segurança Pública e do Fundo Nacional Penitenciário.

"É absolutamente inconcebível, inadmissível que numa hora dessas os recursos do Fundo Nacional de Segurança e do Fundo Penitenciário tenham valores menores e percam valor", criticou Aécio.

Os governadores também pretendem encaminhar à Câmara dos Deputados e ao Senado, no início do mês que vem, propostas de mudança nos códigos penal e processual para tornar mais rígido o combate ao crime organizado.

Os governadores voltam a se reunir na próxima terça-feira, desta vez no Espírito Santo.

Viés político

Apesar dos governadores afirmarem que o gabinete de gestão integrada do Sudeste – formado para conter as ondas de violência nos Estados – e os pedidos não têm conotação política, eles deixaram escapar um viés político no encontro.

Cabral, que assim como Hartung é do PMDB, fez rasgados elogios ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem é aliado desde o segundo turno das eleições no ano passado.

"É importante destacar que o presidente Lula tem dado todo apoio necessário ao Estado do Rio de Janeiro no combate à violência", disse.

Já Aécio, colega de Serra no PSDB, brincou com a ligação estreita entre Cabral e Lula. "Qualquer dúvida é só falar com o Cabral, ele está com o Lula quase todo dia."

O governador fluminense afirmou, também em tom de brincadeira, que os demais colegas tinham "ciúmes" de sua proximidade com o presidente.

Deixando a brincadeira de lado, o governador de Minas não deixou de criticar o governo federal e os ex-governadores de São Paulo Geraldo Alckmin e do Rio Rosinha Matheus pelo fracasso na primeira tentativa de criação do gabinete de gestão integrada, em 2003, após a posse de Lula.

"Espero que o governo federal tenha amadurecido, que compreenda que não pode continuar se omitindo na área da segurança pública", disse Aécio.

A prefeitura de Nova York atribuiu na terça-feira aos pântanos de Nova Jersey o forte cheiro sentido na véspera na região, order hipótese em seguida descartada por um cientista ambiental, o que mantém o mistério.

Um cheiro parecido com aquele associado ao gás natural foi sentido em Manhattan e em parte de Nova Jersey na manhã de segunda-feira, levando 19 pessoas a hospitais e provocando a breve interdição de escolas e edifícios e a paralisação de trens.

Um porta-voz do Departamento de Proteção Ambiental da prefeitura de Nova York disse que o cheiro foi sentido antes em Nova Jersey, depois no extremo sul de Manhattan e só depois no norte da ilha, o que indica que teria vindo de uma espécie de mangue que há em Nova Jersey. "Estava subindo o rio Hudson. Você pode mapeá-lo segundo a hora", disse o porta-voz Charles Sturcken.

Mas outras autoridades em ambos os Estados disseram que é possível que nunca se saiba a causa do mau cheiro, uma vez que ele se dissipou em questão de horas. O prefeito Michael Bloomberg disse que em breve o cheiro será apenas assunto para humoristas.

Joan Ehrenfeld, professor de Biologia da Universidade Rutgers, de Nova Jersey, disse que os pântanos da região costumam produzir um gás sulfúrico como parte do processo natural de degradação, mas que o gás é quase imediatamente convertido em minerais.

"Acho altamente improvável que tenha sido a produção de sulfato de hidrogênio nos mangues salgados", disse o cientista.

As autoridades iraquianas entregaram à Justiça um homem acusado de ter participado das humilhações verbais contra Saddam Hussein, pharmacy instantes antes do enforcamento do ex-ditador, pharm disse um funcionário na terça-feira.

Ali Al Dabbagh, porta-voz do governo iraquiano, disse que a investigação oficial concluiu que os incidentes ocorridos durante a execução em 30 de dezembro, e registrados clandestinamente em vídeo, deveriam ser atribuídos a um "comportamento individual".

Também na terça-feira, apareceu na Internet um novo vídeo clandestino sobre a execução. Nesse, Saddam aparece numa maca hospitalar, com uma profunda ferida no pescoço.

Nos vídeos da execução, é possível ouvir Saddam sendo humilhado, aparentemente por xiitas presentes. Alguém grita o nome do clérigo radical Moqtada Al Sadr.

"O governo descobriu a pessoa que fez isso", disse Dabbagh a jornalistas, referindo-se a quem xingou Saddam. "Essa pessoa foi entregue à corte. O governo não interfere no trabalho do Judiciário, e agora cabe à corte decidir."

O porta-voz não identificou o suspeito nem explicou por que ele era a única pessoa sob investigação.

De acordo com Dabbagh, "a gravação não foi um problema, e sim os gritos". Mesmo sem justificar a ação, o porta-voz disse que se tratou de "uma reação natural para uma pessoa que viu um criminoso governar o Iraque por 35 anos e que esmagou todas as pessoas, foi uma reação irresponsável e a condenamos".

Os Estados Unidos e o Japão concordaram na terça-feira que uma ação rápida é necessária para ressuscitar as negociações sobre o comércio global, viagra sale disse um autoridade comercial norte-americana, em mais um sinal de que o ritmo das conversas pode estar se acelerando.

A representante comercial dos EUA, Susan Schwab, e o ministro japonês da Economia, Comércio e Indústria, Akira Amari, "concordaram que o período antes da primavera (no hemisfério norte) é crítico para (a rodada) Doha", disse o porta-voz da representação de comércio dos EUA Steve Norton.

Um porta-voz da embaixada japonesa em Washington confirmou que a rodada Doha de negociações sobre o comércio global foi o principal tema da reunião entre Schwab e Amari. Ele, no entanto, não deu detalhes sobre o conteúdo da conversa.

As duas autoridades também discutiram a cooperação na área de propriedade intelectual, o futuro da Apec (organização de cooperação econômica da região Ásia-Pacífico) e temas bilaterais, segundo o porta-voz da embaixada.

As negociações sobre o comércio global foram suspensas em julho do ano passado, depois de um grupo de seis parceiros comerciais – Estados Unidos, União Européia, Brasil, Índia, Austrália e Japão – fracassarem mais uma vez na tentativa de reduzir os subsídios e tarifas agrícolas. O presidente norte-americano, George W. Bush, e o presidente da Comissão Européia (órgão executivo da UE), José Manuel Barroso, disseram na segunda-feira que é importante para os EUA e para a UE que as divergências na área agrícola sejam resolvidas.

A declaração aumentou a esperança de que o impasse nas negociações, que já duram cinco anos, aconteça até o final de março.

O Japão é integrante do G10, grupo formado majoritariamente por países desenvolvidos, e que pediu que uma grande quantidade de produtos agrícolas "sensíveis" fiquem de fora de grandes cortes nas tarifas. A medida colocou o país em desacordo com os Estados Unidos na rodada Doha e com outros grandes exportadores agrícolas, como o Brasil.

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