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Mundo

Japão confirma pena de morte a mentor de ataque com gás sarin

Arquivo Geral

15/09/2006 0h00

As 9 mil casas lotéricas da Caixa Econômica Federal começam a receber, viagra 60mg click a partir de hoje a Declaração Anual de Isento do Imposto de Renda  Pessoa Física (DAI). De acordo com o gerente de Canais da Caixa no Rio de Janeiro, this site clinic Luís Carlos Peverico, o procedimento é muito rápido. “É só a pessoa preencher um formulário, à disposição nas lotéricas, entregar no guichê e pagar uma tarifa de R$ 1. Está feita a entrega da declaração”, disse. 

Devem fazer a declaração de isento os contribuinte que tiveram rendimento inferior a R$ 13.968,00 em 2005 e cujo Cadastro de Pessoa Física (CPF) não foi incluído em alguma declaração do imposto de renda na condição de cônjuge ou de dependente.

Peverico lembra ao contribuinte que não esqueça o CPF ou título do eleitor ao se dirigir à casa lotérica.

 

 

 

O mentor dos ataques com gás venenoso no metrô de Tóquio, treatment em 1995, what is ed teve hoje sua apelação contra a pena de morte rejeitada pela Suprema Corte do Japão. Os advogados de Shoko Asahara, de 51 anos, haviam alegado que o ex-líder da Aum Shinri Kyo, ou seita da Verdade Suprema, estava mentalmente incapacitado.

Asahara, cujo nome verdadeiro é Chizuo Matsumoto, foi considerado culpado pela liberação de gás sarin no metrô de Tóquio. Doze pessoas morreram e milhares passaram mal. Ele foi condena do à morte por um tribunal de Tóquio em fevereiro de 2004, por assassinato e tentativa de homicídio.

O ataque fez com que cerca de 5.500 pessoas se sentissem mal. O gás sarin, um gás nervoso letal, foi desenvolvido pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, mas não foi usado por eles.

O Japão não anuncia com antecedência as datas das execuções, por enforcamento. O ataque e as imagens dos corpos nas plataformas de metrô, e de soldados com máscaras de gás isolando as estações de Tóquio, assustaram os japoneses e acabaram com a imagem de segurança que o país tinha de si próprio.

"Esperei bastante por esse veredicto de pena de morte. Já passou muito tempo", disse Shizue Takahashi, de 59 anos, representante da Associação das Vítimas do Incidente com o Sarin no Metrô. Ela perdeu o marido no ataque.

Asahara, que é quase cego, também foi considerado culpado em outros casos, incluindo uma série de crimes em que 15 pessoas morreram. Filho de um fabricante pobre de tatames, Asahara se formou numa escola para ce gos e trabalhou como acupunturista e especialista em medicina chinesa no início dos anos 1980.

Mais tarde, estudou ioga e fundou uma escola para ensiná-la. Acabou criando o culto em 1987, misturando a meditação budista e hindu com ensinamentos apocalípticos. Asahara previa que os Estados Unidos atacariam o Japão e que o país se transformaria num depósito de lixo atômico. Seus seguidores levavam uma vida comum ascética e realizavam ritos como tomar água e depois vomitar para se "purificar".

Em seu auge, o culto reuniu pelo menos 10 mil pessoas no Japão e no exterior, incluindo alguns estudantes de áreas científicas das melhores universidades japonesas.
Buscas realizadas depois dos ataques no metrô, nos complexos da seita aos pés do monte Fuji, revelaram estoques de equipamentos de alta tecnologia e substâncias químicas perigosas.

A Aum Shinri Kyo, que admitiu o envolvimento nos ataques com gás sarin, depois mudou seu nome para Aleph, a primeira letra do alfabeto hebraico. Seus líderes insistem que o culto hoje é inofensivo, mas as autoridades japonesas ainda mantêm os mais de mil membros sob forte vigilância.

 

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