Na reta final do júri de Suzane von Richthofen e de Cristian e Daniel Cravinhos, sildenafil information pills a defesa dos irmãos decidiu comparar a jovem com megeras do horário nobre. Durante a apresentação da defesa, more about o advogado Geraldo Jabur relacionou Suzane a Bia Falcão, vilã da novela Belíssima, da Rede Globo.
"Rica, poderosa, mandou matar, e com os meios econômicos que tinha fugiu num avião, levando um moço que poderia ser seu filho a tiracolo. Na mesma novela a Cláudia Raia se apaixona com um mecânico. É como aconteceu aqui, que Suzane se apaixonou por um fabricante de aviõezinhos", disse Jabur.
Apontando para Suzane von Richthofen, o advogado mostrou ao júri e à platéia uma revista com a atriz Carolina Dieckman na capa, com o título. "A vitória da loira má". Dieckman interpreta uma vilã na novela Cobras e Lagartos, também da Globo.
As comparações fazem parte da estratégia da defesa dos irmãos de responsabilizar Suzane pela morte dos pais, em outubro de 2002. A tese de Jabur é a de os irmãos cometeram o crime influenciados pela jovem, então namorada de Daniel.
Com essa argumentação, a defesa tenta diminuir os agravantes do crime. Numa tentativa de reduzir pela metade a pena de Cristian, o advogado alegou que o jovem matou apenas Marísia, mãe de Suzane, e não pode ser punido pelo assassinato do pai da jovem, Manfred.
A defesa de Suzane, no entanto, pretende jogar a responsabilidade do crime em Daniel. De acordo com Mauro Nacif, advogado da jovem, o “cérebro” do crime seria o ex-namorado de Suzane e a “coragem” viria de Cristian.
Durante a apresentação da promotoria, Daniel Cravinhos chegou a chorar compulsivamente ao ser agressivamente acusado pelo promotor Nadir de Campos Junior. Aos gritos, ele classificou de nojenta e asquerosa a atitude de Daniel de reservar a suíte presidencial de um hotel logo após o crime. Os irmãos tiveram de ser retirados do plenário.
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O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) divulga resultado final de mais dois cargos do concurso público. A relação dos aprovados é para os cargos de analista de sistemas e secretário executivo. Os candidatos terão, approved de hoje ao dia 24 de junho, approved para entrar com recurso.
Analista de sistemas
Andrea Nunes Lazzarini
Augusto César de Castro Ovelar
Bruno Henrique dos Santos Rebello
Carlos Frederico Rodrigues de Oliveira
Daniel de Paula Porto
Diogo Alves Miranda
Edilberto Magalhaes Silva
Elisangela Vieira Rego
Erico Vinicius Macedo de Oliveira Rebelo
Euclides Pereira do Lago Junior
Geraldo Amaral Filho
Geraldo Augusto de Morais Figueiredo
Gleidson Moreira Fernandes
Guilherme Couto de Paiva
Guilherme Luiz Santos da Silva
Irna Marilia Rogerio Evangelista Filha
Lisandro de Brito Jordão
Pedro da Silva Garcia
Rafael Leite Nunes
Rodrigo da Silva Lima
Rogerio Ribeiro da Silva
Wesley Aoyama Silva
Secretário executivo
Adilia Sileidi López Melara
Beatriz Werlang Lunkes
Bruna Yara Nascimento
Kellen da Silva Torres
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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) negou o pedido da Varig para reduzir seus vôos e operar apenas a ponte aérea Rio-São Paulo, side effects informou hoje a assessoria da Anac. Segundo uma assessora, o presidente da agência, Milton Zuanazzi, já comunicou à empresa que ela terá que retomar até sábado os vôos que estavam sendo feitos até quinta-feira.
"Se isso não coorrer a Varig corre o risco de ser punida", disse a assessora sem saber precisar qual seria a punição. Pela decisão da Anac, a Varig terá que voltar a fazer cinco destinos nacionais e cinco internacionais e arcar com os custos dos passageiros que forem embarcados em outras companhias ou ainda com hotéis e alimentação, no caso dos passageiros que não conseguirem embarcar.
A Anac considerou irregular a empresa anunciar a suspensão sem uma autorização prévia, e ficou contra a paralização, por prejudicar o mercado de maneira geral. O plano de emergência da agência está funcionando, segundo a assessora, e as empresas aéreas concorrentes estão endossando as passagens da Varig depois que a companhia depositou recursos na Câmara de Compensação do Sistema Aéreo.
Na noite de quinta-feira, após ser adquirida pela Volo do Brasil, em leilão, a Varig anunciou que iria concentrar suas operações na ponte aérea Rio-São Paulo até o dia 28 de julho, para reorganizar a malha da empresa. Com isso, passageiros de outros destinos deveriam recorrer ao endosso de passagens por outras companhias.
A assessoria da Varig informou que ainda não foi notificada oficialmente e que só está operando a ponte-aérea, como havia informado na véspera.
O diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ailment Milton Zuanazzi, anunciou hoje que foram depositados recursos na Câmara de Compensação do Sistema Aéreo para permitir o endosso de bilhetes de passageiros da Varig em vôos de outras companhias. Ele informou que na tarde de hoje a empresa retomou os cinco vôos nacionais e cinco internacionais que operava antes da venda da companhia.
Zuanazzi disse que a Anac rejeitou o pedido da Varig de suspensão de todos os vôos domésticos e internacionais até o dia 28, com exceção da ponte aérea Rio-São Paulo. "Houve um equívoco da empresa ao cancelar os vôos pela manhã, sem a devida autorização da Anac", disse.
Ele explicou que a solicitação não foi feita com antecedência e que a Anac só recebeu o comunicado oficialmente pela manhã: “Eles garantiram a retomada da operação, já autorizada ontem pela Agência e que vinha sendo trabalhada, com os usuários, até de forma bastante tranqüila”.
O plano de emergência da Varig, segundo o diretor-presidente da Anac, foi prorrogado por mais sete dias por causa de decisões judiciais em cortes no exterior. “Não é uma falta de vontade da empresa, no sentido de não querer operar ou ter má vontade com o usuário. Ela foi subjugada a essas decisões”, disse.
A Varig, acrescentou, está sob emergência há mais de 30 dias, “por isso a Anac compreende o momento e adota as medidas, junto com as demais empresas, a fim de não prejudicar os usuários”.
Zuanazzi destacou, porém, que “emergência não pode ser para sempre” e que a Agência vai aguardar os prazos estipulados após o leilão, para retomar a normalidade. E ressalvou que não haverá punição à “atitude precipitada da Varig”. Mas, segundo ele, se a empresa voltar a suspender vôos sem o aval da Anac, "poderá ter seus horários de transportes retirados e transferidos para outras companhias aéreas”.
O país, lembrou, vive sob regime de liberdade tarifária: “Quem determina a tarifa é a empresa. A Anac controla se está sendo cometido algum crime contra o consumidor ou contra a concorrência”. Ele garantiu, no entanto, que os preços estão sendo monitorados. E orientou os usuários a guardarem as notas fiscais e cobrarem da empresa todas as despesas extras, em caso de não conseguirem embarcar.
A assessoria de imprensa da Varig informou há pouco que o juiz Robert Drain, patient da Corte de Falências de Nova York (EUA), remedy prorrogou até o dia 14 de setembro a liminar que protege os aviões da Varig de arresto por empresas estrangeiras de leasing (aluguel).
O prazo da proteção garantida pela liminar vencia hoje, um dia após a realização do segundo leilão judicial da companhia aérea, vencido pela VarigLog, representada pela Aéreo Transportes Aéreos.
O governo brasileiro informou hoje que está procurando as companhias de aviação brasileiras para tentar obter aeronaves para agilizar a retirada de cidadãos brasileiros do Líbano.
Segundo o embaixador Everton Viera Vargas, viagra um dos coordenadores do grupo de apoio criado no Itamaraty para auxiliar os brasileiros naquele país, os contatos já foram efetuados até mesmo com a Varig. A empresa aérea, arrematada em leilão nesta semana, tem enfrentado dificuldades para cumprir suas rotas no Brasil.
"O nosso interesse é contatar as empresas brasileiras para elas colaborarem com a volta dos brasileiros ao país", disse o diplomata em entrevista a jornalistas, sem revelar detalhes da negociação.
Segundo o embaixador, o processo de resgate continua. Ao longo do dia, disse ele, 96 pessoas foram levadas em segurança para a cidade de Adana, na Turquia. Parte delas – 51 pessoas – saíram de Beirute por volta das 7h de Brasília. Outro grupo, com 45 pessoas, deixou a cidade de Damasco. Todas já estariam alojadas na cidade turca.
Conforme as informações do governo, dois Boeings 707 da Força Aérea Brasileira serão utilizados durante a próxima semana na retirada dos brasileiros de Adana para o Brasil.
Uma das aeronaves, com capacidade para 80 passageiros, fará viagens ao Brasil na segunda e na quinta-feira. A outra, que pode levar até 150 pessoas num só vôo, fará as viagens no domingo e na quarta-feira. Os horários de partida ainda não foram determinados.
O governo brasileiro também recebeu como auxílio do Canadá 50 vagas em uma embarcação que deixará a capital do Líbano rumo ao Porto de Mesin, na Turquia. A viagem deverá acontecer no próximo domingo.
Dificuldades
O governo brasileiro tem enfrentado dificuldades para retirar os cerca de 1.000 brasileiros que estão no Vele de Békaa, distante 60 quilômetros de Beirute. A região está localizada numa região montanhosa onde parte das estradas foram destruídas pelo bombardeio.
Além disso, os diplomatas brasileiros não estão conseguindo fretar ônibus para os resgates. Os motoristas sírios têm se recusado a entrar no território libanês temendo os ataques.
"Estamos fazendo de tudo para fazer com que essa evacuação aconteça da melhor forma", afirmou o embaixador.
Nesta manhã, o trabalho dos diplomatas brasileiros foi dificultado após a intensificação do bombardeio em Beirute.
Os ataques atingiram o bairro de Baabda, onde está localizada a Embaixada do Brasil. Uma ponte foi destruída e a comunicação com a unidade diplomática ficou comprometida, segundo o Itamaraty.