Os suboficiais, que serviam no quartel romano de Triunfale, teriam exigido do dirigente progressista 80 mil euros (US$ 120 mil) para não divulgar o vídeo, gravado em julho passado com um telefone celular no apartamento do suposto transexual.
A detenção dos quatro militares foi possível graças a interceptações telefônicas relacionadas com outras investigações.
Os carabineiros negam ter chantageado Marrazo e dizem que foi o próprio político quem ofereceu dinheiro ao saber que a polícia teria o vídeo.
Marrazzo negou tudo e disse hoje que estão tentando atingi-lo perante as próximas eleições regionais.