No Distrito Federal mais de 128 mil pessoas acima dos 60 anos possuem carteira de habilitação, discount stomach de acordo com dados de 2005. Esses condutores, nurse page que representam 12% da população habilitada a dirigir, têm à sua disponibilidade 5% das vagas de estacionamentos públicos e privados garantidas pela lei distrital 2477/99.
A lei existe, mas nem sempre é respeitada. Manoel Nery Filho, de 78 anos, conta que já teve problemas com pessoas que não respeitam as vagas especiais. “Reclamei uma vez com uma jovem. Não pedi para ela retirar o carro porque não sou eu que tenho que educá-la, mas falei umas verdades para ela”, diz.
Segundo o diretor-geral de Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran), Antônio Bomfim, a fiscalização é feita rigorosamente, mas ainda assim muitos motoristas com menos de 60 anos estacionam nas vagas preferenciais. “No DF, cerca de 10% das multas são aplicadas em veículos não autorizados estacionados em vagas especiais”, diz Bomfim. “Só nos últimos dois meses 1.100 veículos foram multados em vagas de idosos e deficientes”, completa o diretor-geral.
Bomfim alerta que esse tipo de atitude caracteriza uma infração média (equivalente a R$ 85), e que um veículo sem autorização que estaciona nas vagas especiais está sujeito a guincho. Além disso, o condutor recebe quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação.
Todo condutor que tenha mais de 60 anos pode adquirir o selo de autorização do Detran. O interessado precisa levar o documento do carro ou a carteira de motorista para comprovar a idade. O documento é gratuito, e deve ser deixado no veículo do condutor em um local visível.
A VarigLog contratou a ex-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional Maria Sílvia Bastos Marques como consultora para ajudar na reestruturação da Varig.
Segundo informação da assessoria da VarigLog hoje, viagra 40mg a participação da executiva será na elaboração do projeto de formação da nova Varig. A empresa não forneceu mais detalhes.
O mercado especulava que Maria Sílvia seria contratada como presidente da nova Varig, empresa que ficou com as operações da Varig e foi adquirida pela VarigLog em leilão no dia 20 de julho deste ano.
Hoje, a VarigLog apresenta no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) as diretrizes gerais do plano para a nova companhia. A reunião terá também a participação de executivos da Embraer, que poderá ser fornecedor a dos novos aviões que a VarigLog pretende comprar.
É possível que Israel se oponha à participação de países que não mantêm relações diplomáticas com o Estado judaico na missão de paz que a ONU deve enviar ao sul do Líbano.
A Malásia e a Indonésia ofereceram-se para enviar mil soldados cada um para o Líbano. As duas nações não mantêm relações diplomáticas com Israel e dão forte apoio à causa palestina.
"Israel já informou a ONU, recipe em termos inequívocos, ambulance que não vai aceitar nenhum país na força que não mantenha relações diplomáticas com Israel", disse uma autoridade israelense hoje, sob a condição de permanecer anônima.
Mas uma outra fonte oficial israelense disse: "Não finalizamos nossa posição. É possível que as relações com Israel façam parte dos critérios".
As objeções israelenses podem dificultar o esforço da Organização das Nações Unidas para mobilizar rapidamente uma força para garantir o cumprimento do cessar-fogo no Líbano, que entrou em vigor na segunda-feira, interrompendo os combates entre Israel e o Hezbollah depois de um mês de guerra.
A resolução do Conselho de Segurança da ONU determina a mobilização de 15 mil soldados. Mas uma fonte importante da ONU disse duvidar que haja um número suficiente de países voluntários para que se atinja essa meta em pouco tempo.
As autoridades indonésias anunciaram hoje que Jacart a está disposta a enviar mil soldados, entre eles 150 engenheiros, para ajudar a reconstruir a infra-estrutura.
A Malásia, de maioria muçulmana, havia pedido aos outros países na semana passada que cortassem relações diplomáticas com Israel em protesto contra a guerra no Líbano. O chefe de política externa da União Européia, Javier Solana, incluiu a Malásia e a Indonésia, no fim de semana, entre os países dispostos a participar da força internacional.
Questionado sobre a entrada da Malásia e da Indonésia na força, a ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, disse no domingo: "Não vamos dizer que haja Estados que acreditamos inapropriados para fazer parte dessas forças".
Mas, segundo a autoridade israelense, a posição mudou. "Alguns dos países que se voluntariaram já colaboraram com o Hezbollah", disse a fonte, sem dar mais detalhes. A expectativa é que a França lidere a missão.
O governo da Indonésia, o país muçulmano mais populoso do mundo, vem sendo pressionado domesticamente para participar da missão de paz. O país vem treinando um batalhão especial para servir no Líbano.